Pedras nos rins: entenda como elas se formam e como evitá-las

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Os rins funcionam como grandes filtros para o sangue. Além de transformar a água em urina, também retêm ácidos úricos e cálcio. Quando há substâncias em grandes quantidades de líquido para dissolvê-las, podem aparecer cristais que incham e se tornam pedras, de tamanhos que podem variar.  

As pedras causam dores intensas e requerem atenção médica imediata. 

Infelizmente, essas pedras depois de formadas podem causar dores fortes por bloquearem o sistema urinário. Quando essas pedras passam pelo ureter, um canal estreito que leva a urina diretamente para a bexiga, pode haver dor intensa.

Antes de passar por essa situação, entenda e evite todos os fatores que podem causar as pedras nos rins, como:

  1. Genética: dependendo do seu histórico familiar, os fatores genéticos podem gerar uma grande chance de desenvolver a doença;
  2. Pouca ingestão de líquidos: pessoas que não tem o costume e acabam ingerindo pouca água podem ter mais propensão de gerar as pedras; 
  3. Hábitos alimentares: se você mantém uma dieta rica em sódio, refrigerantes, alimentos industrializados ou com muito cálcio pode sofrer a formação de cálculos.
  4. Outras doenças: o uso frequente de medicamentos diuréticos, obesidade, inflamações gastrointestinais, cirurgias e diarréias crônicas aumentam as chances de formação de pedras. 

Sintomas comuns:

Se as pedras estiverem circulando dentro do rim, você não sentirá dor ou incômodo. O problema só poderá ser diagnosticado por exame de imagem ou urina. Mas se as pedras cruzarem o fluxo da urina os sintomas comuns são: 

  • Ardência na hora de urinar;
  • Sangue na urina;
  • Dor frequente nas costas;
  • Cólicas;
  • Vontade de urinar sem necessidade de expelir líquidos;
  • Náuseas.

As melhores maneiras de evitar pedras nos rins

Há diversos hábitos que podem ajudar o corpo a evitar o mal das condições dolorosas da doença. Verifique as três recomendações que evitam a formação de cálculos renais:  

  • Ingira líquidos

A correria do dia a dia pode muitas vezes tirar o foco das necessidades básicas do corpo. Preste atenção em quantos litros de água você toma por dia. 

Se você não tem o costume de beber água, um copo de suco de laranja ou de limão por dia também pode ajudar. Aproveite as horas de exercício para se hidratar! É um mito que as pessoas com pedras no rins não podem levantar peso ou se exercitar. Pelo contrário, o exercício ajuda a melhorar significativamente a doença renal. 

  • Evite consumir muita proteína

Consumir muita proteína é um risco em potencial para o desenvolvimento de cálculos renais. Dietas ricas em proteínas podem sobrecarregar a taxa de filtração do órgão e aumentam a acidez da urina, produzindo excrementos de cálcio. Devido o sal ser rico em sódio, reduza a quantidade nas suas refeições.  

Consulte um nutricionista. A Clínica Galdino Campos tem profissionais especializados para ajudar a evitar essas complicações. Você será orientado sobre  a quantidade ideal de proteína que sua dieta precisa ter.  Saiba também se seu corpo tem água suficiente para o funcionamento correto dos órgãos e previna essa doença. 

Exercícios diários podem ajudar a reduzir o risco de Alzheimer e o Câncer

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Sem dúvidas, os exercícios físicos melhoram o bem-estar geral e a saúde, além de melhorar a circulação sanguínea e as condições do coração e dos pulmões.

Essa prática pode ajudar a elevar o humor, fortalecer músculos e aumentar a resistência. 

Atualmente, os pesquisadores estão em busca de novas atividades que possam reduzir os riscos de grandes doenças, como câncer e Alzheimer. “Se o exercício pudesse ser engarrafado e vendido na forma de pílula, seria o medicamento mais amplamente prescrito no mundo pelos inúmeros benefícios à saúde física e mental”, disse Todd Buckingham, PhD, fisiologista do exercício Mary Free Bed Sports Rehabilitation & Performance Laboratório em Wyoming, Michigan.

 “Alguns mecanismos por trás do motivo pelo qual a atividade física auxilia na redução do câncer são as mudanças fisiológicas positivas no corpo. Isso inclui perda de peso, tornando o coração mais forte, fazendo com que as artérias se dilatam mais rapidamente, permitindo um melhor fluxo sanguíneo através do corpo e reduzindo o colesterol LDL ‘ruim’ enquanto aumenta o colesterol HDL ‘bom’ ”, disse Buckingham

 “O Alzheimer ocorre devido a um aumento do estado oxidativo no cérebro e estudos têm mostrado que a atividade física é importante para células e tecidos resistirem ao estresse oxidativo”, disse o Dr. Santoshi Billakota, neurologista, epileptologista e professor assistente clínico do Departamento de Neurologia da NYU Grossman School of Medicine.

Os exercícios também aumentam a oxigenação e o fluxo sanguíneo, resultando em melhora da memória, neurogênese e plasticidade cerebral. Outro benefício é a prevenção e progressão de demências, incluindo a doença de Alzheimer.

Alzheimer 

Esse estudo mostrou que mesmo em pessoas com mais de 80 anos, atividades físicas ou exercícios físicos diários, podem reduzir o risco de declínio cognitivo e a doença de Alzheimer. Os idosos que não são capazes de fazer exercícios podem se beneficiar com um estilo de vida mais ativo, com outras atividades como cozinhar, lavar pratos e até fazer limpeza.

Foram estudados 716 idosos voluntários sem demência e com idade média de 82 anos, utilizando um dispositivo chamado actigráfico que monitora a atividade pelo pulso durante dez dias. Os participantes também realizaram testes cognitivos para medir a atividade da memória e habilidades de pensamento. 

O estudo descobriu que as pessoas que não faziam mais do que 10% de atividades físicas tinham mais que o dobro da probabilidade de desenvolver Alzheimer durante 3,5 anos de acompanhamento. Outros 71 participantes desenvolveram Alzheimer e tinham três vezes mais chances de a doença progredir do que as pessoas que praticam atividades físicas. 

Pessoas que têm a idade avançada podem evitar a doença praticando atividades moderadas, de baixo custo, acessíveis e livres de efeitos colaterais como jogo de cartas ou jogo da memória. 

Câncer

Há muitas evidências que mostram o quanto exercícios físicos impactam beneficamente na saúde, principalmente no combate ao câncer. Em muitas pesquisas anteriores, a atividade física mudou o sistema imunológico, capacitando-o a lutar contra o crescimento de tumores. 

Atividades diárias podem aumentar células do sistema imunológico e os níveis de substâncias anti inflamatórias, reduzindo a chance de crescimento das células cancerígenas.

Em 2016, o JAMA Internal Medicine concluiu que,  se nos tornarmos ativos, a incidência da doença cairia em 69%, reduzindo a chance de desenvolver 13 tipos de câncer, entre eles, câncer de mama, bexiga, sangue e reto.

Se cada um de nós puder acomodar na rotina pelo menos 45 minutos de exercícios simples, como caminhadas, poderíamos reduzir nossas chances de desenvolver muitos tipos de doenças.

Mantenha sempre seus exames em dia e faça seu check-up anual.

A Clínica Galdino Campos tem prazer em cuidar de você e da sua família. 

Autora: Eileen Bailey / Fonte: HealthLine.