Cinco dicas para combater a obesidade

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A obesidade é uma doença que atinge, atualmente, cerca de 19% da população brasileira e aponta potencial aumento já nos próximos anos. O problema se tornou uma das principais questões de saúde pública em todo o mundo e tem sido alvo de debates sobre a prevenção de doenças associadas, como as coronarianas, já que pessoas obesas têm mais chances de desenvolver problemas cardíacos.

O esforço realizado pelo coração para exercer a sua atividade diária é muito maior em pacientes obesos, já que eles costumam apresentar acúmulo de células gordurosas na corrente sanguínea, o que dificulta o trabalho do órgão. Para combater a obesidade, algumas práticas devem ser levadas em consideração. São elas:

1- Tenha uma dieta equilibrada, baseada em vegetais e proteínas com baixa concentração de gorduras – Peixes, frango e ovos são excelentes fontes proteicas. Refrigerantes, frituras, doces e sucos prontos são sempre péssimas opções.

2- Evite ou remova alimentos ultraprocessados da sua dieta. De acordo com o Guia Alimentar para a População Brasileira, produzido pelo Ministério da Saúde, esses alimentos são potencialmente nocivos por conterem, em um panorama geral, altas taxas de gordura e sódio, além de substâncias sintéticas.

3- A prática de atividades físicas é recomendada para qualquer pessoa queira ter uma vida mais saudável, mas é especialmente indicada para a prevenção da obesidade. Além do gasto calórico, que eleva a perda de peso, os exercícios regulares contribuem para o bom funcionamento do coração.

4- Faça visitas regulares aos especialistas das áreas de cardiologia, nutrição e endocrinologia. Estas são áreas diretamente relacionadas à obesidade e esses profissionais poderão indicar dietas e práticas específicas para cada indivíduo, otimizando os resultados do paciente.

5- Combata a depressão e a ansiedade. Doenças psicológicas também estão relacionadas ao ganho de peso na maior parte dos indivíduos obesos, além de agravar problemas cardíacos. Ter uma mente saudável também contribui para evitar os excessos e para melhorar a relação do paciente com a comida.

Fonte: http://bit.ly/2nkBLT4

8 dicas para evitar problemas intestinais enquanto viaja

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Viajar pode ser algo estressante para seu corpo e mente, contudo, essas dicas podem ajudar você a manter um intestino saudável enquanto viaja. Dores de estômago e problemas de digestão necessitam de bastante atenção, porque podem transformar uma viagem divertida em uma grande dor de cabeça.

Viajar pode ser algo muito imprevisível. Talvez você não tenha sua dieta normal ao alcance, talvez você coma mais em restaurantes e em lugares novos onde comidas que você nunca provou são servidas – Isso inclui comidas processadas como as dos famosos ‘Fast foods’. É normal que, nessas condições, você acabe comendo mais do que o normal e isso pode causar mais “estresse” no seu sistema digestivo. Além disso, viajar de carro, avião ou de outro meio estressa, não só seu sistema digestivo, mas seu corpo todo, diminuindo suas defesas.

Todos esses fatores podem deixar seu corpo mais suscetível a problemas gastrointestinais enquanto viaja. Você pode acabar sofrendo de diarréia, constipação intestinal, azia, náusea, distensão abdominal e gases. Mas ninguém quer perder tempo da viagem lidando com problemas de digestão, então, você pode seguir as seguintes dicar e evitá-los:

1- Não coma demais

Grande parte da diversão de viajar é provar comidas novas em novos restaurantes; entretanto, comer demais pode causar muitos problemas. Pesquisas descobriram que pessoas que comem demasiado têm 10 vezes mais a chance de necessitar atendimento emergencial ligado a complicações gastrointestinais.

2- Coma bastante fibra

Nutricionistas afirmam que, para manter seu movimento intestinal regular, é necessário que você ingira a mesma quantidade de fibras que você ingeriria em casa. As melhores fontes de fibras incluem frutas, vegetais, sementes, nozes, grãos integrais e feijão.

Tente comer só vegetais cozidos e frutas descascadas, isso irá reduzir os riscos de doenças transmitidas por alimentos. A principal razão para a constipação intestinal em viagens é a falta de fibras adequadas.

Diminua o consumo de comidas processadas. Leve lanches saudáveis para comer ou compre eles nos mercados locais. Lembres-se de incluir o máximo de alimentos integrais possíveis, mesmo que você esteja comendo fora.

3- Beba muita água

Beber bastante água e necessário durante uma viagem, já que uma das maiores causas da constipação intestinal é a desidratação.

Entretanto, descubra se a água é própria para consumo, se você não tiver certeza, só beba água engarrafada. Evite também o gelo em lugares nos quais a água não é própria para consumo. Água contaminada pode estressar o intestino.

4- Escolha suas bebidas com cautela

Beber bebidas com muito açúcar, café e álcool pode irritar o sistema gastrointestinal, especialmente em pessoas com o estômago sensível.

Café e álcool podem acelerar a digestão, levando o intestino a ter menos tempo para absorver água, causando diarréia.

5- Faça compras em lojas locais

Uma maneira de dar um descanso ao seu estômago, de toda a comida ingerida por você, é comprar comida fresca de mercados locais e cozinhar no seu hotel ou resort. Essa é uma ótima maneira de aprender outra cultura, guardar dinheiro, e dar uma pausa de jantar fora.

6- Vá ao banheiro

Usar um banheiro público ou em um quarto de hotel dividido pode ser algo muito desconfortável, entretanto, você não pode ignorar a sua vontade de ir ao banheiro.

7- Lave suas mãos constantemente e use álcool gel

Antes de comer, lave suas mãos com água quente ou fria e sabão para evitar doenças. Veja como:

1. Junte suas mãos e aplique sabão fazendo bastante espuma no processo

2. Esfregue suas mãos uma na outra por no mínimo 20 segundos, limpe todas as partes das suas mãos incluindo a parte de trás, entre os dedos e embaixo das unhas

3. Limpe seu pulso

4. Enxágue

5. Seque suas mãos com uma toalha de papel

6. Use a mesma toalha para fechar ou abrir a torneira e a porta do banheiro

8- Leve medicamentos

Leve medicações que já esteja habituado a tomar. Em caso de dúvidas, é necessário consultar seu clínico para melhor orientação.

Não esqueça de levar a receita médica em inglês, com o nome comercial, nome genérico e a quantidade de caixas – inclusive as medicações que não necessitem prescrição controlada – caso contrário, você poderá ter a medicação confiscada na alfândega.

Caso o seu médico indique um antibiótico, não faça uso antes de consultar o profissional local, ou você estará se automedicando.

FONTE: HealthLine

Hipertensão: uma doença silenciosa que precisa de atenção

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A hipertensão é uma doença que atinge milhares de brasileiros, sendo muitas vezes associada à hereditariedade – aproximadamente 90% dos casos, segundo o Ministério da Saúde. Entretanto, algumas práticas podem prevenir ou adiar o surgimento dos sintomas, que podem gerar sequelas em diversos órgãos, levando, inclusive, ao óbito.

Por ser uma doença silenciosa, é preciso reconhecer os possíveis e raros sinais que a disfunção possa gerar. Pensando nisso, preparamos algumas respostas para as principais dúvidas sobre hipertensão. Confira:

1- Quais são os principais sintomas?

Os sintomas da hipertensão costumam aparecer somente durante crises em que a pressão ultrapassa demais os limites aceitáveis; dentre eles estão dores no peito, dor de cabeça, tonturas, zumbido no ouvido, fraqueza, visão embaçada e sangramento nasal.

2-Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é feito por meio da aferição regular da pressão, não havendo outro meio para verificar a presença da doença. O Ministério da Saúde orienta que pessoas acima de 20 anos meçam a pressão anualmente; pessoas com histórico familiar devem conferir a medição duas vezes ao ano.

3- Qualquer pessoa pode desenvolver hipertensão?

Sim, qualquer pessoa pode desenvolver hipertensão, mas alguns podem estar mais suscetíveis, como pessoas que possuem histórico familiar, fumantes, sedentários, obesos entre outros. 

4- Como é feito o tratamento?

O tratamento da pressão alta visa controlar a doença e evitar crises que possam prejudicar o funcionamento correto de diversos órgãos. Após o diagnóstico, o cardiologista irá escolher qual é o medicamento ideal para o caso do paciente, sendo fundamental o acompanhamento do médico. Vale lembrar que o Sistema Único de Saúde oferece medicamentos gratuitamente em unidades de saúde e farmácias credenciadas no programa Farmácia Popular, bastando ter em mãos um documento de identificação com foto, o CPF e a receita médica dentro da validade de 120 dias após a consulta.

5- Como se pode prevenir a hipertensão?

Embora seja uma doença preferencialmente hereditária, alguns hábitos podem prevenir o desenvolvimento dela em indivíduos que não possuem predisposição genética, ou mesmo adiar o surgimento de crises naqueles que a possuem. Algumas práticas recomendadas são mudar hábitos alimentares, controlando o peso e o índice de massa corporal, evitar o sal de cozinha, preferindo outros tipos de tempero pobres em sódio, praticar regularmente atividades físicas, não fumar, controlar o consumo de álcool e controlar o diabetes.

FONTE: Hospital Israelita Albert Einstein.

Sarampo: sintomas, tratamento e prevenção

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Após ser declarado erradicado do brasil, o Sarampo voltou às manchetes dos jornais do país ao ser identificado como agente de uma epidemia que avança sobre a população, principalmente entre crianças. Alguns cientistas atribuem o retorno da doença aos movimentos anti vacinas que, além de desinformação, estimulam o retorno de patologias já eliminadas do Brasil. Para esclarecer alguns pontos sobre a doença, respondemos às principais dúvidas abaixo:

1- Quais são os principais sintomas?
A doença possui um grande espectro de sintomas, sendo alguns deles bastante característicos. Inicialmente, febre, tosse, olhos irritados, coriza e mal estar intenso atingem o paciente. Após estes sintomas, lesões dolorosas devem surgir na boca, acompanhando a evolução de manchas vermelhas que se espalham pelo corpo a partir do rosto. Com a evolução dos sintomas, a doença pode acometer o sistema nervoso central e levar à morte.

2- Como se dá a transmissão?
Sendo altamente contagioso, a transmissão do sarampo se dá de pessoa para pessoa, de forma bastante rápida. Secreções como fluidos nasais ou mesmo saliva são fortes meios de contaminação, assim como por meio de partículas contaminadas suspensas no ar. Por isso é especialmente perigoso para ambientes com aglomerações, como escolas e clínicas.

3- Como é feito o tratamento?
Infelizmente o sarampo não possui um tratamento específico, sendo respeitadas apenas algumas orientações da Organização Mundial da Saúde para ampliar as condições de resposta do paciente e aliviar os sintomas da doença. Por esses motivos, é fundamental prevenir a contaminação.

4- Como prevenir o sarampo?
A única forma de prevenção da doença é por meio da vacinação, que é dada já nos primeiros anos de vida, por meio da chamada tríplice viral, uma vacina que imuniza, simultaneamente, contra sarampo, rubéola e caxumba. As vacinas devem ser administradas com um e quatro anos. Em adultos que não foram vacinados, principalmente os pertencentes aos grupos de risco, devem se imunizar com a mesma vacina.

FONTES: Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) e Ministério da Saúde

Arritmia cardíaca: sintomas, diagnóstico e tratamento

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Uma das principais causas de morte súbita no mundo, é também uma doença muito comum. A arritmia cardíaca apresenta alguns sintomas que servem como sinal de alerta para procurar um cardiologista, sendo fundamental perceber alguns detalhes do funcionamento cardíaco para compreender como a doença evolui e como ela pode levar ao óbito, caso não haja acompanhamento.

O coração humano funciona como uma bomba, que permite a circulação do sangue por todo o corpo, independente da posição em que ele se encontre. Para conseguir realizar a sua função corretamente, ele precisa principalmente de duas coisas: estímulo ritmado e energia.

A energia vem das artérias coronárias, que entregam o sangue que foi abastecido, no pulmão, com oxigênio, componente fundamental na produção de energia, funcionando como um combustível que vai fazer o coração bater.

O ritmo que o coração possui faz parte de uma complexa estrutura, que trabalha sem descanso para que o órgão não pare. A pulsação provém de estímulos elétricos, enviados pelo cérebro e, quando há algum problema nas “linhas de transmissão” destes estímulos, o coração pode perder o compasso, o que causa a arritmia.

A doença pode ser grave porque impacta diretamente no potencial de entrega do oxigênio para outros órgãos do corpo, levando a deficiências generalizadas no funcionamento do mesmo. Um problema comum para quem possui arritmia cardíaca, é a formação de trombos, que se agrava com o avanço da idade.

O diagnóstico da arritmia cardíaca pode ser feito através de exames como ecocardiograma, eletrocardiograma, estudo eletrofisiológico, Holter 24h etc. Esses exames podem ser utilizados em conjunto para melhorar a precisão do diagnóstico, além de levar em conta os eventos descritos pelo paciente e a análise clínica dos sintomas (caso o paciente seja atendido em crise).

Dentre os principais sintomas que indicam a possibilidade de arritmia estão falta de ar, dores no peito, excesso de suor, sensação de coração lento ou acelerado sem causa justificável, desmaio súbito, palpitações e tontura. Como os sinais da arritmia não são permanentes, o paciente pode apresentar várias crises até que o diagnóstico seja realizado.

O tratamento para arritmia cardíaca envolve, além do acompanhamento regular, o uso de algumas manobras para ajudar o coração a manter o ritmo ideal. Entre os tratamentos mais comuns estão a ablação por catéter, uma espécie de cauterização no tecido responsável pelo ritmo cardíaco, procedimento cirúrgico, marcapasso e medicações contínuas (há medicamentos para conter crises).

Na maioria dos casos a arritmia cardíaca pode ser prevenida por meio da prática regular de exercícios e pelo controle no consumo de alguns alimentos como cafés e chocolates. Vale lembrar que pessoas obesas têm maior chance de desenvolver arritmia cardíaca e, prevenir a obesidade pode ser um bom começo para prevenir, igualmente, a arritmia.

Cinco coisas que você provavelmente não sabia sobre o HIV

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O HIV é uma sigla que significa, em inglês, Vírus da Imunodeficiência Humana, e é conhecido por ser o causador da AIDS, doença responsável por debilitar o sistema imunológico do paciente, abrindo portas para doenças oportunistas que, sem o devido acompanhamento, podem evoluir para óbito. 

Na década de 1980, com o descobrimento da infecção, associada a casos de um tipo de câncer e a rápida disseminação do vírus entre diversos grupos da sociedade, houve intensos estudos a respeito do vírus e seu comportamento no corpo humano; a partir daí, medicamentos foram desenvolvidos para conter a infecção e o uso de métodos para impedir a disseminação se tornou fundamental. 

Como o HIV e a AIDS são cercadas de paradigmas e preconceitos, respondemos às principais dúvidas dos nossos pacientes e leitores sobre a infecção. Confira:

1- O HIV é transmitido pelo toque ou beijo?
Não. O vírus não pode ser transmitido pela saliva, nem pelo suor. O único meio de transmissão do vírus é através de microfissuras, que podem ocorrer por meio de ferimentos (incluindo lesões na boca), uso de agulhas, objetos cortantes, parto, amamentação e relações íntimas desprotegidas.

2- Quanto tempo depois da contaminação surgem os primeiros sintomas?
Os primeiros sintomas surgem de cinco a sete anos depois da contaminação. Neste período o corpo já está produzindo anticorpos e o vírus já está se reproduzindo a partir das células de defesa do paciente. Quando a carga viral aumenta significativamente, as células de defesa começam a apresentar um déficit, transparecendo os sintomas da AIDS.

3- Há algum meio de prevenir a contaminação?
Sim. Atualmente, o Sistema Único de Saúde já disponibiliza dois métodos que previnem o contágio do vírus. Os preservativos ou camisinhas são o método mais comum, sendo extremamente eficientes na prevenção da doença. O segundo método é conhecido como PrEP (Profilaxia Pré-exposição) e representa um avanço considerável na prevenção da AIDS, funcionando como uma vacina que impede que o vírus se ligue às células de defesa, imunizando o paciente. Contudo, este método ainda é restrito para grupos de risco – como parceiros de soropositivos, homossexuais, profissionais do sexo. tornando os preservativos o principal mecanismo de proteção contra o HIV. O Ministério da Saúde afirma, também, que a PrEP não previne contra outras infecções, como sífilis, sendo fundamental associá-lo ao uso do preservativo.

4- Qual é o tratamento para AIDS?
O HIV compromete as células de defesa do corpo, evoluindo para a AIDS. O tratamento para impedir que a doença se desenvolva é feito com o uso de antirretrovirais, medicamentos que, se tomados todos os dias, reduzem a quantidade de vírus no corpo do portador, devolvendo a qualidade de vida e reduzindo para menos de 1% a chance de transmissão do vírus – o que não dispensa o uso de camisinha. O paciente soropositivo também é acompanhado com exames periódicos para avaliar a condição dos rins, fígado e sistema imunológico.

5- Quer dizer que quem faz o tratamento corretamente não transmite o vírus?
Muitas pessoas ficam surpresas por saberem que um soropositivo em tratamento não transmite o HIV. Acontece que, ao tomar os medicamentos corretamente, o paciente apresenta uma carga viral muito baixa, que derruba a chance de transmitir a infecção para menos de 1%; esse dado, somado ao uso de camisinha e PrEP pelo parceiro , faz com que a possibilidade de transmissão seja praticamente descartada.

Síndrome de Burnout: o excesso e a exaustão da vida moderna

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Você acorda todos os dias com tempo contado para o café da manhã, enfrenta o transporte público lotado ou engarrafamentos intermináveis; o estresse do deslocamento se soma ao impacto do trabalho e os problemas corriqueiros passam a ter um peso muito maior do que o necessário em sua rotina. O resultado de todo esse processo é a chamada Síndrome de Burnout, que vem atingindo cada vez mais pessoas em todo o mundo. Confira abaixo as respostas para as principais dúvidas dos nossos leitores sobre a síndrome, que foi recentemente incluída na Classificação Internacional de Doenças da Organização Mundial da Saúde (OMS), e definida como “estresse crônico”.

1- A síndrome pode atingir qualquer pessoa?
Sim, qualquer pessoa pode desenvolver Burnout, contudo, a síndrome só é assim classificada porque representa relação direta com o ambiente profissional ou educacional; isso é fundamental para o diagnóstico.

2- Quais são os principais sintomas da síndrome?
O principal sintoma é a exaustão e rejeição ao trabalho e escola em níveis incapacitantes. É comum que nos sintamos eventualmente cansados e não tenhamos vontade de executar as tarefas profissionais ou escolares, mas quando isso se torna prolongado e afeta essas atividades, pode ser Burnout. Outros sintomas são irritabilidade, depressão, ansiedade, alteração no sono, cansaço excessivo, desânimo e apatia.

3- Qual é o profissional indicado para tratar a síndrome?
O diagnóstico da Síndrome de Burnout pode ser realizado por dois profissionais de saúde mental: psiquiatra ou psicólogo. Ambos têm competência para distinguir os sintomas e, a partir do contexto de vida do paciente, realizar o diagnóstico do problema.

4- Como é realizado o tratamento?
O tratamento consiste, principalmente, em psicoterapia e, em alguns casos, é necessário associar medicamentos – que só podem ser prescritos por psiquiatras – para obter sucesso. O tempo de tratamento varia de acordo com o tempo resposta de cada indivíduo.

5- Como prevenir a síndrome?
A prevenção da síndrome exige engajamento em diversas áreas da vida do paciente. São sugeridas mudanças na rotina e horários, assim como a inserção de atividades coletivas e uma melhor gestão do tempo. Exercícios físicos regulares, associados a uma melhora no sono, além da redução no consumo de estimulantes, como café e chás ricos em cafeína.

Tudo o que você precisa saber sobre poliomielite.

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No século XX umas das doenças que aterrorizaram o mundo foi a poliomielite, uma inflamação na medula causada por um vírus de fácil contágio. A doença já havia sido identificada no século XIX, mas somente em 1908 o vírus em que causa a infecção foi descoberto, gerando um cenário propício para o desenvolvimento de uma vacina. Na década de 50, o cientista e Nobel de Medicina Dr. Albert Sabin, anunciou a vacina, que reduziria os casos da doença em centenas de vezes, resultando na sua erradicação. No entanto, a desinformação fez com que a doença voltasse a se manifestar em algumas regiões; nesta semana, responderemos às principais dúvidas dos nossos leitores. Confira:

1- Quais são os principais sintomas?

A Poliomielite é uma infecção que pode não apresentar sintomas graves, mas há uma parcela dos infectados que apresentam sintomas que podem evoluir, inclusive, para o óbito. Alguns dos principais sintomas se assemelham a uma gripe comum, como febre, garganta inflamada, dor de cabeça, vômito e fadiga, contudo, podem ser percebidos rigidez muscular e dor nas costas e membros, que pode evoluir para paralisia.

2- Como é feito o tratamento?

Após o diagnóstico, inicia-se o tratamento da doença. Não há cura para a poliomielite, portanto, o processo de recuperação visa amenizar os sintomas, agilizando a recuperação do paciente e prevenindo possíveis complicações. O tempo de recuperação depende do estágio da doença e dos danos já adquiridos pelo paciente, sendo assim, pode ser necessário o uso de equipamentos ortopédicos em longo prazo, além de analgésicos e antibióticos para conter infecções musculares.

3- Poliomielite pode matar?

Sim, a poliomielite pode levar ao óbito. Como a inflamação atinge os músculos do paciente, e não raramente, os músculos responsáveis pela respiração, a poliomielite pode levar o paciente a um quadro de insuficiência respiratória, seguido de morte. O tratamento pode evitar que a doença chegue a esse estágio, sendo possível, inclusive, a utilização dos respiradores artificiais por pressão negativa – uma evolução dos famosos pulmões de aço.

4- Como é feita a prevenção?

A prevenção mais eficaz contra a poliomielite é a vacinação, que é dada já na infância sob a forma das famosas gotinhas. A vacina, desenvolvida pelo médico e Nobel de Medicina Albert Sabin, é usada em todo o mundo e tem sido fundamental nos esforços globais de erradicação da doença.

5- Há algum risco na vacina?

Não. A vacina contra poliomielite não apresenta nenhum risco para seres humanos, contudo, em casos raríssimos, o vacinado pode apresentar febre, mal estar, diarréia e dor de cabeça. Os sintomas, quando se apresentam, são breves e não configuram risco.

Miopia, hipermetropia e astigmatismo: qual é a diferença?

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Visão embaçada, dificuldade de identificar objetos e, muitas vezes, pessoas, além de impossibilidade de ler ou escrever com clareza. Esses são sintomas de que algo não vai bem com a sua visão, mas são também indícios de mais de uma patologia oftalmológica. Para um bom diagnóstico, é fundamental que o oftalmologista leve em consideração as características de cada disfunção.

Nesta semana, separamos as principais diferenças entre a miopia, a hipermetropia e o astigmatismo: três dos problemas oftalmológicos mais recorrentes nos brasileiros.

Quando o assunto é miopia, estamos falando de uma desordem que atinge cerca de 35 milhões de brasileiros. Um problema que causa um impacto tão grande na população, acaba afetando diversas áreas da vida do portador.

A principal característica da miopia é que o foco da visão se forma antes da retina, dificultando enxergar objetos distantes. Desta forma, no dia-a-dia, o paciente pode sentir dificuldade em identificar os números e linhas do transporte público, além de promover a insegurança ao atravessar ruas, por exemplo.

A hipermetropia, ao contrário da miopia, afeta o foco após a retina, dificultando a identificação de objetos próximos. Essa característica é a principal responsável por prejudicar o desempenho escolar de crianças em idade escolar, porque impossibilita a leitura, sendo fundamental o diagnóstico precoce para não interferir nos resultados acadêmicos.

No astigmatismo, a dificuldade visual se dá por conta de uma falha no ponto foco que, em vez de centralizar em um ponto, se forma em dois pontos, antes ou após a retina, gerando dificuldades para enxergar em distâncias maiores ou menores.

Em qualquer um dos casos, é importante consultar um oftalmologista para que o tratamento de correção seja iniciado o quanto antes, melhorando a qualidade de vida do paciente em diversas áreas da vida. Agende hoje a sua consulta oftalmológica na Clínica Galdino Campos por Whatsapp ou telefone.

Tudo o que você precisa saber sobre o Risco Cirúrgico

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Se você está se preparando para uma cirurgia, ou mesmo conhece alguém que vai passar por algum procedimento invasivo, já deve ter recebido uma recomendação médica para agendar um risco cirúrgico com um cardiologista competente. Isso porque parte importante desse processo é certificar que você não possui nenhum agravante que diminua as chances de sucesso e recuperação da cirurgia. Pensando nisso, conversamos com o nosso cardiologista Dr. José Luís Mascarenhas, que respondeu as 5 principais dúvidas de pacientes que precisam passar pela avaliação de risco cirúrgico. Confira:

1- O que é o risco cirúrgico?
O risco cirúrgico nada mais é do que uma avaliação obrigatória que deve ser feita antes de procedimentos operatórios. Ela assegura que o paciente não possui nenhuma condição que dificulte recuperação ou impeça a cirurgia.

2- Qual é a importância da avaliação?
A avaliação é importante porque previne complicações oriundas do procedimento cirúrgico, principalmente as relacionadas à anestesia, já que muitas pessoas podem apresentar reações graves com as substâncias utilizadas para induzir o efeito anestésico.

3- Como é realizada a avaliação?
A avaliação é feita através de um exame clínico, feito pelo cardiologista, e avaliação de exames complementares que podem ser solicitados para melhorar a varredura de possíveis complicações.

4- Apenas o cardiologista pode realizar essa avaliação?
Não, um clínico com formação na área cardiológica também pode realizar o risco cirúrgico, embora seja mais comum que as pessoas procurem um cardiologista para a avaliação.

5- Como o risco cirúrgico pode impactar no procedimento?
O risco cirúrgico é fundamental e pode fazer toda a diferença, impactando no procedimento desde o planejamento da cirurgia, até o pós-operatório, trazendo informações e traçando condutas que possam orientar o anestesista.

Agende o seu risco cirúrgico na Clínica Galdino Campos.
Há 70 anos, somos especialistas em cuidar de você.

 

Dr. José Luiz Lima Mascarenhas
CARDIOLOGISTA
CRM 52.30879-1