Janeiro Branco: a importância do sinal de alerta para a saúde mental

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Janeiro é o mês dedicado à conscientização à saúde mental e emocional. A campanha tem como objetivo fazer com que as pessoas falem livremente sobre o que estão sentindo e exponham seus pensamentos, de modo a reforçar a importância dos cuidados, principalmente no que diz respeito à pandemia de Covid-19.

Iniciada desde 2014, a campanha foi idealizada para o mês de janeiro, pois se trata de uma época do ano em que as pessoas estão refletindo sobre a vida e pensando nas metas para o novo ano. O evento promove palestras, oficinas, workshops, entrevistas e rodas de conversas para conscientizar a população a falar abertamente sobre o assunto. Os eventos geralmente ocorrem em hospitais, clínicas, igrejas e até mesmo em espaços públicos como praças.

Dados importantes para a conscientização

O Brasil é o país mais ansioso do mundo (9,3%) e o segundo maior das Américas em depressão (5,8%), de acordo com estudos da Organização Mundial de Saúde (OMS). A saúde mental representa mais de um terço da incapacidade total do mundo com transtornos depressivos e ansiosos como maiores causas.

Ela também causa reflexos no desenvolvimento econômico, sendo uma das principais causas de afastamento do ambiente de trabalho, sobretudo, relacionado a pandemia do Coronavírus, o que gerou um grande estigma pessoal de incapacidade. Segundo a pesquisa da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), as incertezas relacionadas ao vírus e as mudanças impostas pelo isolamento social, causaram um aumento de 80% nos casos de depressão e ansiedade durante o ano de 2020.

Cuidados e recomendações

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) lançou uma série de cartilhas com os cuidados e recomendações para enfrentar os desafios à saúde mental. As publicações são destinadas a grupos específicos que incluem: profissionais do serviço de saúde, gestores, psicólogos hospitalares, crianças, e cuidadores de idosos com reações comportamentais frequentes, por exemplo. Algumas das recomendações são:

  • Reconheça e acolha seus receios e medos, procurando pessoas de confiança para conversar; 
  • Retome estratégias e ferramentas de cuidado que tenha usado em momentos de crise ou sofrimento e ações que trouxeram sensação de maior estabilidade emocional; 
  • Invista em exercícios e ações que auxiliem na redução do nível de estresse agudo (meditação, leitura, exercícios de respiração, habilidades manuais);
  • Se você estiver trabalhando durante a epidemia, fique atento às suas necessidades básicas, garantindo pausas sistemáticas durante o trabalho (se possível em um local calmo e relaxante) e entre os turnos. 
  • Invista e estimule ações compartilhadas de cuidado, evocando a sensação de pertencimento social (como as ações solidárias e de cuidado familiar e comunitário) 
  • Mantenha ativa a rede socioafetiva, estabelecendo contato, mesmo que virtual, com familiares, amigos e colegas; 
  • Evite o uso do cigarro, álcool ou outras drogas para lidar com as emoções; 
  • Busque um profissional de saúde quando as estratégias utilizadas não estiverem sendo suficientes para sua estabilização emocional; 
  • Busque fontes confiáveis de informação e reduza o tempo que passa assistindo ou ouvindo coberturas midiáticas.

Clínica Galdino Campos – sempre apoiando e valorizando à sua saúde

A Clínica Galdino Campos participa ativamente nesta campanha, trazendo informações, cuidados e recomendações importantes para ajudar na vida das pessoas.

Preparamos este artigo para você se conscientizar sobre a campanha e lhe ajudar a vencer este problema.

Principais tipos de doença no sangue: quais são e como prevenir?

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O sangue exerce um papel fundamental no organismo humano, pois é ele quem transporta o oxigênio e nutrientes para os tecidos, assim como garante que o dióxido de carbono seja levado aos pulmões e os hormônios façam suas funções em diversas partes do corpo.

Entretanto, existem doenças que merecem nossa atenção redobrada. A boa notícia é que, quando diagnosticadas em seu estágio inicial, podem ser tratadas e devidamente controladas.

Neste artigo você acompanhará quais são as principais doenças no sangue, seus sintomas e como tratá-las.

 

  • Anemia

A anemia é caracterizada pela queda na quantidade de hemoglobina (pigmento que dá cor aos glóbulos vermelhos presentes no sangue). Ou seja, os valores indicados no hemograma são inferiores aos considerados normais. Uma pessoa anêmica possui carência de nutrientes essenciais ao organismo, como ferro, zinco, proteínas e vitaminas B12.

Os principais sintomas são fadiga, palidez e falta de apetite, normalmente desenvolvidas em gestantes, lactantes, crianças e adolescentes. O tratamento é realizado por meio de medicamentos e alimentos ricos em ferro.

 

  • Anemia falciforme

Este tipo de anemia é um pouco mais incomum e afeta diretamente a produção de glóbulos vermelhos no sangue, resultando na dificuldade de do transporte do sangue para todos os tecidos do corpo.

Têm como principais sintomas: fortes dores nas articulações, palidez, fadiga em excesso, cálculos biliares, infecções constantes, feridas nas pernas e falha no crescimento.

Infelizmente, não há cura para a doença e, por esta razão, deve ser acompanhada regularmente por um médico.

 

  • Hemofilia

É um distúrbio causado quando não há coagulação adequada no sangue. A pessoa que possui essa doença apresenta sangramento em excesso após um ferimento ou lesão.

Os principais sintomas dessa doença são hematomas grandes intensos, sangramentos sem motivos aparentes e inchaços nas articulações. O tratamento é realizado por aplicações de injeções de plasma e coagulantes.

 

  • Transtornos de plaquetas

As plaquetas têm como principal função combater a perda de sangue causada por cortes e lesões ocasionadas quando elas apresentam um número maior ou menor em sua produção.

Por este motivo, aumentam os riscos de desenvolver doenças como artrite, linfoma ou leucemia (caso as plaquetas estejam altas), lúpus, hiperesplenismo e púrpura trombocitopênica idiopática (caso as plaquetas estejam baixas).

As principais ações para o tratamento são interromper e evitar medicamentos que causem hemorragias, além de estar sempre em constante contato médico.

 

  • Distúrbio das células sanguíneas

É uma das principais doenças no sangue, pois é caracterizado pela desordem na produção de glóbulos brancos tanto para mais quanto para menos. Um menor número dessas células dificulta o combate de infecções no organismo, enquanto um maior número pode ser o caso de leucemia.

Especialistas na área de saúde recomendam que as pessoas façam um check-up ao menos uma vez ao ano, para verificar se há enfermidades no organismo. Através do hemograma é possível detectar, prevenir e tratar as doenças no sangue logo em seu estágio inicial e, consequentemente, ter uma melhor qualidade de vida.

Mas para um tratamento de qualidade, você precisa de uma clínica e médico de sua confiança. A Clínica Galdino Campos está sempre pronta para lhe proporcionar o melhor atendimento ao cuidar da sua saúde.

 

Checkup de ano novo: uma lista de exames para garantir mais saúde em 2022.

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Que a pandemia da Covid-19 mudou as prioridades aqui e no mundo, não é novidade. Mas você sabia que isso chegou a afetar o perfil das resoluções de ano novo das pessoas?

Sim, depois dessa experiência, a saúde passou a ter destaque.

Para dar uma ideia do quanto, uma pesquisa realizada no final do ano passado nos Estados Unido revelou que 66% dos participantes que costumam botar seus projetos no papel pretendiam incluir nas suas listas metas ligadas à saúde em geral (mental, nutritiva etc.). E este foi o primeiro tema mais comum.

O segundo também não foge muito desse assunto: foi o condicionamento físico. Os dois ficaram na frente das metas de finanças pessoais e produtividade, por exemplo, respectivamente em terceiro e quarto lugares.

Para ajudar você, que também vai se comprometer a viver melhor, mais bem disposto e cheio de energia, a Clínica Galdino preparou este artigo. Ele foi feito para orientar você em relação aos checkups anuais e, para isso, traz os exames mais importantes para cada idade e perfil.

Continue lendo para saber. E, claro, não se esqueça de incluir na sua rotina uma alimentação balanceada, atividades físicas e práticas de relaxamento e bem-estar, entre outros cuidados essenciais.

Quais exames clínicos, laboratoriais e de imagem você precisa fazer?

Antes, um alerta. Essa lista não é personalizada. Dependendo do seu histórico pessoal e familiar, do seu contexto de vida atual e de muitos outros fatores, é bem possível que você precise acrescentar outros exames mais específicos.

De qualquer forma, segue o básico que deve ser feito todo ano.

Para todos:

  • Exame de fezes e urina;
  • Exame de sangue completo.

Para quem tem mais de 40 anos:

  • Eletrocardiograma e ecocardiograma;
  • Teste ergométrico;
  • Aferição de pressão arterial.

Para mulheres:

  • A partir de 18 anos (ou no início da vida sexual): preventivo;
  • A partir dos 30 anos: ultrassonografia transvaginal;
  • A partir dos 40 anos: mamografia.

Para homens a partir dos 40 anos:

  • Toque retal;
  • Dosagem da enzima de Antígeno Prostático Específico (PSA).

Exames oftalmológicos:

  • Recém-nascido: teste do olhinho;
  • De 0 a 2 anos: exames de rotina a cada 6 meses;
  • Idade escolar: exames para detecção de estrabismo e de erros de refração;
  • Adolescentes e jovens adultos: exames para detecção de miopia e de ceratocone.
  • A partir de 40 anos: exames para detecção de erros de refração, além de prevenção do glaucoma e do diabetes;
  • Terceira idade: exames para detecção de glaucoma, catarata e degeneração macular associada à idade (DMRI)

Para garantir um ano saudável.

No dia a dia, a gente não pensa nisso, mas a prevenção é uma forma importante de amor-próprio. Como sentido durante a pandemia, ter um organismo fortalecido é o bem mais importante que qualquer pessoa pode ter.

A Clínica Galdino deseja a todos um ano próspero e saudável. E lembra que você e a sua família podem contar conosco para isso.

Vitamina D: o que é, qual a importância, onde encontrar e como tomar.

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Sim: o sol é o maior aliado para a produção e absorção de vitamina D. Em relação a isso, quem vive aqui no Rio de Janeiro pode se considerar privilegiado.

Mas existem outras fontes desse nutriente fundamental para manter o perfeito funcionamento do nosso organismo, colaborando especialmente com o vigor e a força dos nossos ossos e músculos.

O tema é tão relevante que a Clínica Galdino não poderia deixar de falar sobre ele.

Continue lendo e descubra a importância de seguir uma dieta e uma rotina que favoreçam a presença – na dosagem certa – desse poderoso agente da nossa saúde. Principalmente nesse momento em que ainda não é recomendável sair muito por conta da Covid-19.

 

O que é vitamina D?

Primeiro é bom saber que a vitamina D é mais do que uma vitamina. Quer dizer, ela pode ser obtida pela nutrição também. Mas a maior parte dela é produzida pelo nosso corpo a partir da luz do sol.

Por conta disso, ela é considerada um hormônio esteroide e, entre outras funções, colabora com:

• a saúde dos ossos e o crescimento;
• o fortalecimento da imunidade e da musculatura;
• o metabolismo; e
• alguns órgãos e sistemas, por exemplo: o cardiovascular e o nervoso central.

Qual a importância da vitamina D para o ser humano?

Para dar uma ideia do quanto ela faz diferença no nosso organismo, veja alguns problemas que a carência dessa vitamina pode provocar:

• raquitismo;
• tetania hipocalcêmica;
• enfraquecimento e desmineralização dos ossos, chegando em alguns casos a desencadear uma osteoporose e maiores chances de fraturas;
• doenças cardiovasculares;
• câncer de cólon e de próstata;
• esclerose múltipla;
• perda das funções cognitivas e neuromusculares, levando a um desequilíbrio mental e corporal;
• queda de cabelo;
• cansaço;
• enfraquecimento do assoalho pélvico;
• diabete melitus tipos 1 e 2;
• doenças inflamatórias etc..

Onde a vitamina D é encontrada?

Além do comentado acima – que nosso corpo mesmo produz vitamina D a partir dos raios ultravioletas (UV), ela também pode ser encontrada em:

suplementos;
alimentos, como:

  • cogumelos;
  • salmão;
  • truta;
  • atum;
  • cavala;
  • óleos de fígado de peixe;
  • queijos;
  • gema de ovo;
  • carnes bovina, suína, de frango e de peru;
  • e leite.

Quem faz parte do grupo de risco de carência de vitamina D?

Em geral, quem toma sol com frequência – até meia hora por dia antes das 10h ou depois das 16h – e segue uma alimentação balanceada, não precisa de suplementos. Mas isso vai depender de você não:

• ter qualquer distúrbio gastrointestinal (incluindo intolerância ao leite);
• ter osteoporose;
• ter passado por uma cirurgia para emagrecer;
• fazer tratamento com anticonvulsivos;
• ser um bebê em fase de amamentação;
• apresentar muitas melaninas na pele;
• ter distúrbios que limitam a absorção de gordura;
• ser vegano;
• estar na pós-menopausa ou com amenorreia (no caso das mulheres).

Nestes casos ou para quem já passou dos 70 anos, é recomendável avaliar com frequência as doses dessa vitamina no organismo.

Cuidado importante: os limites.

Apesar de colaborar tanto com o nosso corpo, o excesso de vitamina D pode elevar a absorção de cálcio a ponto de criar uma intoxicação.

Isso pode levar a um quadro de insuficiência renal, com calcificação dos tecidos em geral pelo organismo, arritmias cardíacas e até mesmo a morte.

Por isso é muito importante que, nos casos dos suplementos, eles sejam acompanhados de perto por um médico. Principalmente se você faz parte do grupo de risco, vale a pena agendar uma consulta aqui na Clínica Galdino e avaliar.

 

Doenças invisíveis: conheça os grandes desafios destes quadros

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O que você diria de uma bela jovem, de 25 anos, aparentemente saudável, que está trabalhando, mas tem que dar uma interrompida nas atividades, alegando fadiga e cansaço mental e físico insuportáveis? Ou dores terríveis até na hora de escrever?

Provavelmente o mesmo que muita gente ainda diz sobre portadores de ansiedade, depressão e outros quadros emocionais. Que é tudo mi-mi-mi…

Mas não. Os três casos acima – o primeiro é típico de esclerose múltipla e aparece principalmente nas mulheres entre 20 e 40 anos, os outros dois fazem parte dos distúrbios emocionais – são exemplos das chamadas doenças invisíveis.

Para esclarecer situações assim, a Clínica Galdino preparou este artigo. Continue lendo e veja: que doenças são consideradas invisíveis, como diagnosticar e por que é importante criar consciência geral sobre elas.

 

O que são as doenças invisíveis?

Como o próprio nome sugere, as doenças invisíveis ou doenças crônicas socialmente invisíveis (DCSI) são doenças que não aparecem para o outro. Ou seja, que não podem ser reconhecidas só de olhar para alguém.

Elas não mudam em nada a aparência da pessoa, mas estão ali presentes, afetando o funcionamento do seu corpo e dos seus sentidos, provocando dores e/ou transtornos constantes.

E, como quem está de fora normalmente não percebe, acaba piorando a situação, com todo tipo de censuras, comentários desconfortáveis e falta de empatia.

Quais são as doenças invisíveis?

Alguns exemplos, além dos mencionados acima, são: fibromialgia, lúpus, HIV, hipertensão, diabetes, reumatismo, câncer, transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) etc..

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o conjunto das invisíveis forma 80% das doenças hoje em dia.

Quais as causas e como diagnosticar uma doença invisível?

Como uma série de doenças diferentes são consideradas DCSI, não dá para generalizar.

Em relação às causas, algumas permanecem desconhecidas, outras vão desde uma predisposição genética até hábitos, como má alimentação,
sedentarismo, tabagismo etc.. Muitas vezes, o que provoca é uma combinação de várias delas.

Quanto ao diagnóstico também cada caso é um caso. É possível que a pessoa leve anos para saber que tem uma doença invisível. Algumas, como a fibromialgia, não são detectadas nem por exames laboratoriais.

Mas a recomendação é sempre ficar atento:

• ao seu histórico de saúde pessoal e familiar,
• aos exames periódicos e preventivos, e
• às consultas médicas.

Com a intenção de deixar mais visível este assunto, compartilhe.

Vale a pena compartilhar informações sobre esse tema para o máximo de pessoas. Conhecendo a realidade das pessoas afetadas por doenças crônicas socialmente invisíveis, é mais fácil que haja mais empatia, consideração e
respeito por elas.

Comente e divulgue o que leu. Ou, se achar mais prático, envie este artigo da Clínica Galdino para amigos e parentes.

Novembro Azul: homens, cuidem-se!

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Aqui no Brasil, a expectativa média de vida masculina é 7 anos menor do que a feminina. Mas a tendência de as mulheres morrerem mais tarde não é exclusividade do nosso país: é global.

E não é coincidência. Uma das razões é que os homens negligenciam mais as visitas aos médicos e os exames de rotina.

Por isso a importância da campanha Novembro Azul.

Qual a intenção do Novembro Azul?

 

A campanha começou muito focada na prevenção e diagnóstico precoce do câncer de próstata. Mas, até por conta das estatísticas desfavoráveis comentadas acima, já se estende para os diversos tipos de cuidados com a saúde masculina. Incluindo a mental.

Aproveitando para quebrar alguns paradigmas e preconceitos (por exemplo de que o homem não deve se mostrar vulnerável), a intenção maior é criar consciência de que ele precisa e deve buscar ajuda dos vários profissionais da área médica.

Que tipo de cuidados a campanha procura estimular?

Tudo que for ligado à prevenção e/ou detecção precoce de doenças de forma que possa potencializar as chances de cura e/ou estabilidade dos quadros, por exemplo:

• Exames com resultados rápidos, como sífilis, hepatite e HIV;
• Exames de rotina, como pressão, hemograma completo, urina, glicemia;
• Hábitos saudáveis – começando pela verificação do perímetro abdominal e pelo teste de IMC;
• Tratamentos para questões emocionais;
• Tratamentos contra dependências químicas;
• Vacinas em dia etc..

E sobre o câncer de próstata?

Sim, ele ainda é um dos pontos principais da campanha. Até porque é o tipo de câncer mais comum no universo masculino. E mata um homem a cada 38 minutos aqui no país.

Por isso o Novembro Azul busca divulgar conhecimentos importantes, como:

  1. A única maneira de garantir a cura dessa doença é com o diagnóstico precoce porque, quando os sintomas aparecem, ela já está em fase
    avançada.
  2. Os fatores de risco são: idade, ser negro, ser obeso ou ter histórico desse tipo de câncer em familiares próximos, como pai, irmão ou tio.
  3. Todos os homens acima de 50 anos e os que têm mais de 45, mas fazem parte do grupo de risco, devem conversar com um urologista
    sobre: o exame de toque retal, o exame de sangue PSA (antígeno prostático específico) e a frequência com que precisam retornar para as próximas avaliações. Isso depende de cada caso e pode variar entre de ano em ano ou até de 4 em 4 anos.

Clínica Galdino Campos – sempre apoiando a promoção da saúde.

Como uma clínica tradicional do Rio, a Galdino Campos não poderia deixar de participar dessa campanha, trazendo informações que podem fazer a diferença na vida das pessoas.
Por isso preparamos este artigo. E sugerimos que você o compartilhe com todos os amigos, parentes e conhecidos do sexo masculino. Quanto mais gente consciente sobre isso, mais chance de a gente vencer esses inimigos da saúde azul.

Não consegue dormir? Veja dicas de como combater a insônia

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Quem já sofreu com insônia sabe: a sensação de saber que você vai ter que levantar em algumas horas e simplesmente não conseguiu desligar é aterrorizante. Mas, antes de apelar para os remédios (que podem causar vícios e danos ao corpo), veja aqui as consequências e sinais de um sono ruim e experimente essas maneiras de combater a insônia sem remédio. 

Acompanhe este artigo da Clínica Galdino Campos, para saber um pouco mais.

Consequências da insônia

A qualidade de sono é um dos grandes pilares da medicina do estilo de vida e, hoje, sabemos que um sono ruim pode ser responsável por vários problemas de saúde. Desde hipertensão arterial e obesidade até quadros de demência precoce, já que o sono está diretamente relacionado à saúde cognitiva. O sono ruim pode levar também a quadros mentais como ansiedade, perda de concentração e depressão.

Sinais de que você não está dormindo bem – e não está percebendo

Há ainda pessoas que não passam a noite em claro mas ainda acordam com cansaço todo dia, devido a um sono agitado. Irritabilidade, dificuldade de concentração e cansaço durante o dia podem ser sinais de que seu sono não está sendo reparador, mesmo se você tem a impressão que dormiu tempo suficiente. Pode ser um sinal de que a qualidade do sono não está sendo ideal. Alguns aplicativos para celular detectam de maneira superficial a qualidade do sono, monitorando sua movimentação durante a noite. É uma ferramenta que ajuda, mas para realmente detectar se você está com problemas para dormir sem perceber, o ideal é procurar um profissional especializado em distúrbios do sono. 

Dicas para dormir melhor

Relaxe!

Crie rituais relaxantes para desacelerar a mente e fazer com que você consiga dormir com mais facilidade. Pode ser um banho quente, tomar chá ou leite morno, meditação, ouvir músicas calmas ou sons da natureza. Se você pega no sono toda vez que tenta ler um livro, invista na leitura à noite.

Evite mexer no celular na hora de dormir

O uso de celulares e tablets pode te prejudicar na hora de dormir, pois as luzes que saem do aparelho podem atrapalhar a produção da melatonina, o hormônio responsável pelo sono. Além disso, eles estimulam a mente e a quantidade de informações da internet ou redes sociais podem causar ansiedade. Por isso, verifique se o despertador está ligado e tudo o que precisa pelo menos uma hora antes de se deitar.

Não brigue com o sono

Deite-se somente quando estiver com sono e, caso não consiga mais dormir, saia da cama. Não adianta se deitar mais cedo porque não conseguiu dormir na noite passada se não estiver com sono. Ficar rolando na cama só vai te deixar mais nervoso(a) e seu sono ainda mais leve. Isso vale para quem acorda no meio da madrugada e não consegue mais dormir: levante-se e faça algo relaxante para estimular o sono.

Evite dormir fora do horário

Procure manter uma rotina para acordar, dormir, comer, trabalhar e executar qualquer atividade. Com o tempo, seu corpo vai se acostumando com este ritmo e será muito mais fácil fazer tudo com naturalidade. Outra dica é não dormir à tarde para compensar o sono perdido: guarde ele para a hora de dormir!

Tome sol

Além de ajudar a prevenir doenças, estimular a produção de vitamina D e muitos outros benefícios, a luz do sol, pela manhã, ajuda a regular o ciclo do sono. Isto porque, quando entram em contato com os olhos, os raios de sol mandam uma mensagem para o cérebro que está na hora de acordar e, da mesma forma, estimulam a produção da melatonina de forma gradual – ou seja, você não sente sono na hora, mas o seu organismo está se preparando para te fazer dormir mais tarde. O sol é tão poderoso que muitas pessoas com insônia ou dificuldade para acordar dormem com a janela aberta para a mente assimilar a hora de dormir e acordar.

Faça exercícios

Fazer exercícios de manhã ou à tarde podem ter impactos positivos no sono. Isto porque nesses períodos há mais disposição do organismo e produção de endorfina – hormônio do bem-estar e relaxamento. Por outro lado, realizar os exercícios à noite pode comprometer a qualidade do sono por conta do estímulo que o corpo recebe. Caso não haja outro horário em que você possa se exercitar, procure fazer isso pelo menos quatro horas antes de ir para a cama.

Evite álcool e cafeína

Embora o uso do álcool cause sonolência, essa substância diminui a qualidade e a profundidade do sono. A cafeína, muito conhecida por manter o sistema nervoso ativo, também pode ser uma grande vilã para o sono. Por isso, evite tomar café, chá mate, chá preto, branco e verde, bem refrigerantes sabor cola, após as 18 horas.

Meditação

Para diminuir a frequência respiratória e treinar a mente para lidar com pensamentos conturbados, a meditação é um remédio muito eficaz contra a insônia, o estresse e a ansiedade. Você pode realizar, pelo menos, dez minutos de meditação por dia após o trabalho quando estiver se preparando para dormir ou quando achar necessário. Sabe quando você  acorda de madrugada e não consegue mais pregar os olhos? Respire fundo e busque acalmar a mente.

Não à automedicação

Pode parecer tentador tomar o calmante que algum conhecido toma, antialérgico ou o remédio para enjoo que dá sono. Mas, além desses medicamentos terem efeitos colaterais, podem causar dependência ou perderem a capacidade de agir no seu organismo com o tempo. Caso a sua insônia seja muito forte, deixe que um médico receite medicamentos – muitas vezes, basta adotar um estilo de vida mais saudável ou algumas técnicas.

Quando procurar ajuda médica?

A insônia é considerada crônica quando você sofre com ela, pelo menos, três vezes por semana por mais de três meses. Quando ela é constante e começa a afetar a sua qualidade de vida e sua capacidade de realizar atividades básicas do dia a dia, é hora de procurar ajuda. Você pode recorrer a um clínico médico ou psicólogo de confiança para te ajudar com técnicas e dicas – e, algumas vezes, medicamentos – para dormir melhor.

 

Outubro Rosa

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O mês de Outubro é dedicado à conscientização sobre o câncer de mama. Acompanhe este artigo da Clínica Galdino Campos, para saber um pouco mais.

O que é Outubro Rosa?

O Outubro Rosa é um Movimento que visa fortalecer a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama por meio de campanhas de conscientização e estimular a participação da população e entidades na luta contra o câncer de mama.

História do Movimento Outubro Rosa

O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado para marcar a luta contra o câncer de mama e ressaltar a importância da prevenção e da detecção precoce. O nome remete à cor do laço rosa, que simboliza a luta contra o câncer de mama, e estimula a participação da população, empresas e entidades.

A história do Outubro Rosa surgiu na última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990 e, desde então, promovida anualmente na cidade.

Com o grande número de acontecimentos em outubro, se tornou um costume e logo conseguiu a aprovação do Congresso Americano para que o mês de outubro se torne o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama.

Em 1997, entidades das cidades de Yuba e Lodi, nos Estados Unidos, começaram a comemorar e realizar ações voltadas para a prevenção do câncer de mama, denominando o evento como ‘Outubro Rosa’. Todas as ações eram e são até hoje direcionadas à conscientização da prevenção pelo diagnóstico precoce. Para sensibilizar a população, inicialmente as cidades se enfeitavam com os laços rosas, principalmente nos locais públicos. Depois surgiram outras ações como corridas, desfiles de moda com sobreviventes de câncer de mama, eventos culturais etc.

A ação de iluminar monumentos, prédios públicos, pontes, teatros, com a cor rosa surgiu depois. O importante é que foi uma forma prática para que o Outubro Rosa tivesse uma expansão cada vez mais abrangente para a população e que, principalmente, pudesse ser replicada em qualquer lugar, bastando apenas adequar a iluminação já existente.

A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo, motivando e unindo diversos povos em torno de uma causa nobre. Isso faz com que a iluminação em rosa assuma um importante papel, pois se tornou uma leitura visual compreendida em qualquer lugar no mundo.

Outubro Rosa no Brasil

A primeira iniciativa no Brasil em relação ao Outubro Rosa foi a iluminação em rosa do monumento ‘Mausoléu do Soldado Constitucionalista’ (mais conhecido como o Obelisco do Ibirapuera), situado em São Paulo – SP.

A iniciativa foi de um grupo de mulheres simpatizantes com a causa do câncer de mama, que com o apoio de uma conceituada empresa européia de cosméticos, iluminaram de rosa o Obelisco do Ibirapuera em alusão ao Outubro Rosa.

Em maio de 2008, o Instituto Neo Mama de Prevenção e Combate ao Câncer de Mama, sediado em Santos, SP, em preparação para o Outubro Rosa, iluminou de rosa a Fortaleza da Barra em homenagem ao Dia das Mães e pelo Dia Estadual de Prevenção ao Câncer de Mama comemorado todo terceiro domingo do mês de maio. O objetivo era alertar para a causa do câncer de mama e incentivar as mulheres da região da Baixada Santista a participarem do mutirão de mamografias realizado pelo Governo do Estado de São Paulo.

Em outubro de 2008, diversas entidades relacionadas ao câncer de mama iluminaram de rosa monumentos e prédios em suas respectivas cidades. Aos poucos o Brasil foi ficando iluminado de rosa em cidades como São Paulo – SP, Santos – SP, Rio de Janeiro – RJ, Porto Alegre – RS, Brasília – DF, Salvador – BA, Teresina – PI e Poços de Caldas – MG. O Brasil é mundialmente conhecido pelo seu maior símbolo, a estátua do Cristo Redentor no Rio de Janeiro, e no ano de 2008  pela primeira vez o Cristo foi iluminado em homenagem ao Outubro Rosa.

Em 2008, a Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mulher – Femama iluminou oito monumentos no país alertando as mulheres brasileiras de que somente a mamografia é capaz de detectar pequenos nódulos. Mais de 50 mil mulheres recebem o diagnóstico de câncer de mama todos os anos no Brasil.

Em outubro de 2009 se multiplicaram as ações sobre o Outubro Rosa em todas as partes do Brasil. Novamente as entidades relacionadas ao câncer de mama e empresas se uniram para expandir a campanha.

anemia

Anemia: como surge, sintomas e como tratar?

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A anemia é uma condição que ocorre quando a hemoglobina no sangue está abaixo do normal, sendo causada pela carência de nutrientes essenciais no organismo. Todos podem ser afetados pela doença, mas, em especial, crianças, gestantes e lactantes (mulheres que estão amamentando).

Acompanhe este artigo da Clínica Galdino Campos, para saber um pouco mais.

O que é a anemia?

A anemia é uma doença que tem como principal característica a queda na quantidade de hemoglobina, pigmento que dá cor aos glóbulos vermelhos presentes no sangue. Há diferentes causas para seu surgimento: carência de um ou mais nutrientes fundamentais, como o ferro, o zinco, a vitamina B12 e as proteínas; perda de sangue; ou por diferentes doenças e condições adquiridas ao longo da vida ou hereditárias.

É um problema bem comum, inclusive. De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), 30% da população mundial é anêmica, em especial crianças abaixo de dois anos de idade e mulheres de diferentes faixas etárias. No Brasil, estima-se que de 40% a 50% das crianças tenham anemia.

Tipos de anemia

Não existe apenas um tipo de anemia, haja visto que sua origem engloba múltiplas causas. Logo, cada problema tem uma especificidade.

    • Anemia ferropriva: é causada pela deficiência de ferro, representando cerca de 90% de todos os casos de anemia. É um mineral que está nas carnes, leguminosas e vegetais verde-escuros, atuando na fabricação de células vermelhas e no transporte de oxigênio. Esse tipo de anemia pode ocorrer devido à má absorção do mineral, restrições alimentares ou por hemorragias.
    • Anemia megaloblástica: é provocada por baixa vitamina B12 e ácido fólico, essenciais para o sistema nervoso. A falta de B12, encontrada em alimentos de origem animal, pode ocorrer devido a restrições na dieta ou por alterações intestinais que impedem a absorção, como a proliferação de bactérias e até mesmo uma cirurgia para a redução do estômago, entre outros fatores.
  • Anemia decorrente de perdas sanguíneas: Neste caso, a anemia é provocada por conta da perda constante ou intensa de sangue em situações diversas: período menstrual, verminoses, cirurgias, ferimentos, sangramentos gastrointestinais, entre outras.
  • Anemia falciforme: é uma condição genética que leva a uma mudança no formato das células vermelhas, que ficam em “forma de foice” e perdem flexibilidade. Com isso, tendem a morrer mais rapidamente, gerando um quadro frequente de anemia e crises dolorosas. É uma das doenças hereditárias mais comuns no Brasil e predominante na população negra.
  • Talassemia: é outra doença genética que causa anemia crônica devido à produção diminuída de um tipo de cadeia que forma a molécula de hemoglobina. A condição faz parte de um grupo de doenças do sangue (hemoglobinopatias) e pode provocar problemas ósseos, crescimento inadequado e aumento do baço e do fígado.
  • Doenças da medula óssea: leucemias e tumores na medula, que podem ocasionar anemias frequentes.
  • Anemia aplástica: é uma doença rara da medula óssea, que tem como característica a produção insuficiente de glóbulos vermelhos e, também, de glóbulos brancos e plaquetas. Isso por ter causas diversas: infecções, condições autoimunes e até a exposição a produtos químicos.
  • Anemia hemolítica: quando os glóbulos vermelhos são destruídos mais rapidamente do que deveriam e a medula óssea não consegue repor a quantidade perdida.

Principais causas da doença

Carência de vitaminas

Para produzir adequadamente os glóbulos vermelhos do sangue, o organismo precisa de nutrientes essenciais. A falta deles, provoca as chamadas anemias carenciais, que são;

Anemia por falta de ferro no organismo, chamada de anemia ferropriva, que pode surgir por uma alimentação com pouco ferro, sobretudo na infância, ou devido a sangramentos no corpo, que podem ser imperceptíveis, como por uma úlcera gástrica ou varizes no intestino, por exemplo;

A anemia por falta de vitamina B12 e ácido fólico, chamada de anemia megaloblástica, acontece devido a má absorção da vitamina B12 principalmente no estômago e ao pouco consumo de ácido fólico na alimentação. A vitamina B12 é consumida em carnes ou derivados de animais, como ovos, queijo e leite. Já o ácido fólico é encontrado em carnes, legumes verdes, feijão ou grãos, por exemplo.

A ausência destes nutrientes é detectada através de exames de sangue solicitados pelo médico. Geralmente, este tipo de anemia se agrava aos poucos, e como o corpo consegue se adaptar às perdas por algum tempo, os sintomas podem demorar para aparecer.

Defeitos na medula óssea

A medula óssea é onde as células sanguíneas são produzidas, por isso, caso seja afetada por alguma doença, pode comprometer a formação dos glóbulos vermelhos e provocar anemia.

Este tipo de anemia, também chamada de anemia Aplástica ou anemia Medular, pode ter diversas causas, que incluem defeitos genéticos, intoxicação por agentes químicos como solventes, bismuto, agrotóxicos, alcatrão, anticonvulsivantes, exposição à radiação ionizante, infecções por HIV, parvovírus B19, vírus Epstein-Barr ou por doenças como hemoglobinúria paroxística noturna, por exemplo. No entanto, em alguns casos raros, a causa pode não ser identificada.

Hemorragias

As hemorragias são graves já que a perda de sangue representa a perda de glóbulos vermelhos e, consequentemente, diminuição da quantidade de oxigênio e nutrientes transportados até aos órgãos do corpo.

Algumas das causas mais comuns de hemorragias podem ser originadas de lesões no corpo, traumatismos por acidentes, menstruação muito volumosa ou por doenças, como câncer, doenças do fígado, varizes e úlceras, por exemplo.

Em alguns casos, as hemorragias são internas e, por isso, não são visíveis, sendo necessária a realização de exames para identificar. Confira as principais causas de hemorragia interna.

Doenças genéticas

Doenças hereditárias, que são passadas através do DNA, podem provocar alterações na produção da hemoglobina, seja na sua quantidade ou na sua qualidade. Geralmente, estas alterações resultam em destruição das hemácias.

Nem sempre o portador destes defeitos genéticos irá apresentar uma anemia preocupante, no entanto, em alguns casos pode ser grave e comprometer de forma significativa a saúde. As principais anemias de origem genética são as que afetam a estrutura da hemoglobina, também chamadas de hemoglobinopatias.

Apesar destas serem as mais conhecidas, existem outras centenas de defeitos na hemoglobina que podem resultar em anemia, como a metahemoglobinemia, hemoglobinas instáveis ou persistência hereditária da hemoglobina fetal, por exemplo, que são identificadas por testes genéticos indicados pelo hematologista.

Doenças autoimunes

A anemia hemolítica autoimune (AHAI) é uma doença de causa imunológica, que surge quando o organismo produz anticorpos que atacam os próprios glóbulos vermelhos.

Apesar de ainda não se conhecer as suas causas exatas, sabe-se que podem ser precipitadas por outras condições de saúde, como infecções virais, presença de outras doenças imunes ou tumores, por exemplo. Este tipo de anemia não costuma ser hereditário e não é transmissível de uma pessoa para outra.

O tratamento consiste principalmente no uso de medicamentos para regularizar o sistema imune, como corticóides e imunossupressores. Saiba mais sobre como identificar e tratar a anemia hemolítica autoimune.

Doenças crônicas

As doenças crônicas, que são aquelas que podem durar muitos meses ou anos em atividade, como tuberculose, artrite reumatóide, febre reumática, osteomielite, doença de Crohn ou mieloma múltiplo, por exemplo, causam uma reação inflamatória no organismo que pode resultar em anemia, devido a morte prematura e alterações na produção dos glóbulos vermelhos.

Além disso, doença que provocam alterações nos hormônios que estimulam a produção dos glóbulos vermelhos também podem ser a causa da anemia, incluindo hipotireoidismo, redução de andrógenos ou queda dos níveis do hormônio eritropoietina, que pode estar reduzido em doenças renais.

Este tipo de alteração não costuma provocar anemia grave, e pode ser resolvida com o tratamento da doença que provocou a anemia.

 

Outras causas

A anemia também pode surgir devido a infecções, como acontece em infecções virais ou bacterianas, assim como pode surgir devido ao uso de certos medicamentos, como anti-inflamatórios, antibióticos ou anticoagulantes, ou pela ação de substâncias como álcool em excesso ou benzenos, por exemplo.

A gravidez pode provocar anemia, basicamente devido ao ganho de peso e o aumento de líquidos na circulação, que dilui o sangue.

Como saber quando é anemia? Atenção aos sintomas

A anemia é uma doença que apresenta sintomas inespecíficos, necessitando de exames para ser confirmada, logo, é essencial o acompanhamento médico para ter o diagnóstico e o tratamento correto. Alguns sintomas se dão pela queda nos glóbulos vermelhos, como:

  • Ocorrência de sangue nas fezes;
  • Perda de peso;
  • Olhos amarelados;
  • Fadiga;
  • Falta de apetite;
  • Tonturas;
  • Apatia;
  • Vontade de comer substâncias não alimentares, como arroz cru, areia ou gelo;
  • Palidez;
  • Gengivas esbranquiçadas.

Tratamento

Caso o diagnóstico seja de uma anemia que tem origem na carência de nutrientes, a suplementação – com sulfato ferroso, vitamina B12 e folato – e a correção da dieta são orientadas pela equipe médica. Já no caso de doenças que causam a perda de sangue, o tratamento é mais específico, assim como nas que afetam a produção dos glóbulos vermelhos.

Doenças autoimunes exigem o uso de imunossupressores. Mulheres com fluxo menstrual muito intenso devem ser orientadas a adotar métodos contraceptivos e, no caso de portadores de anemias hereditárias, devem passar a fazer eventuais reposições de sangue e suplementação.

Prevenção

Prevenir a anemia, caso ela não surja de uma doença como as mencionadas anteriormente, é possível. A recomendação é ter uma alimentação balanceada e rica em frutas, legumes, verduras, cereais integrais, leite, carnes e ovos. Caso a pessoa seja vegana, é necessário estar atento para o fato de que, ocasionalmente, possa ocorrer uma carência de ferro e vitamina B12, exigindo a suplementação

No dia a dia, é recomendado não abusar do álcool, uma situação que pode acarretar anemia. Outra condição que pode levar ao surgimento do problema é o consumo de medicamentos com ácido acetilsalicílico, que podem causar sangramentos gastrointestinais.

setembro amarelo

Setembro Amarelo: cuidado com a saúde mental

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O mês de Setembro é dedicado à conscientização sobre a saúde mental e à preveção ao suicídio. Acompanhe este artigo da Clínica Galdino Campos, para saber um pouco mais.

O que é o movimento Setembro Amarelo?

O Setembro Amarelo é uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio. No Brasil, foi criado em 2015 pelo CVV (Centro de Valorização da Vida), CFM (Conselho Federal de Medicina) e ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), com a proposta de associar à cor ao mês que marca o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio (10 de setembro).

A ideia é pintar, iluminar e estampar o amarelo nas mais diversas resoluções, garantindo mais visibilidade à causa. 

A importância da saúde mental para o bem-estar

A Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta que o conceito de saúde é bem mais abrangente que a simples ausência de doença: é um completo estado de bem-estar físico, mental e social e, dessa forma, merece atenção em todas as suas vertentes.

Assim como a física, a saúde mental é uma parte integrante e complementar à manutenção das funções orgânicas. Nesse contexto, a promoção da saúde mental é essencial para que o indivíduo tenha a capacidade necessária de executar suas habilidades pessoais e profissionais.

Sumariamente, o bom estado mental confere ao homem o amplo exercício de seus direitos sociais e de cidadania. Assegura ainda as condições de interação social para uma convivência familiar mais harmônica e segura.

Desse modo, entender a importância da estabilidade mental e sua intensa relação com o bem-estar é fundamental. Possibilita, assim, a compreensão da importância de utilizar a capacidade individual para a percepção de valores e virtudes inerentes à construção da coletividade.

Prevenção ao suicídio

As razões podem ser bem diferentes, porém muito mais gente do que se imagina já pensou em suicídio. Segundo estudo realizado pela Unicamp, 17% dos brasileiros, em algum momento, pensaram seriamente em dar um fim à própria vida e, desses, 4,8% chegaram a elaborar um plano para isso. Em muitos casos, é possível evitar que esses pensamentos suicidas se tornem realidade.

A primeira medida preventiva é a educação. Durante muito tempo, falar sobre suicídio foi um tabu, havia medo de se falar sobre o assunto. De uns tempos para cá, especialmente com o sucesso da campanha Setembro Amarelo, esta barreira foi derrubada e informações ligadas ao tema passaram a ser compartilhadas, possibilitando que as pessoas possam ter acesso a recursos de prevenção. Saber quais as principais causas e as formas de ajudar pode ser o primeiro passo para reduzir as taxas de suicídio no Brasil, onde atualmente 32 pessoas por dia tiram a própria vida. Surge então um outro desafio: falar com responsabilidade, de forma adequada e alinhada ao que recomendam as autoridades de saúde, para que o objetivo de prevenção seja realmente eficaz.

O papel das redes sociais na causa

As redes sociais podem trazer conexões com pessoas que estão longe, ser o ganha-pão de milhares de pessoas e trazer outras vantagens. No entanto, é preciso ficar atento aos malefícios que podem trazer à saúde mental.

O estudo feito pela instituição de saúde pública do Reino Unido, Royal Society for Public Health, em parceria com o Movimento de Saúde Jovem, revela que as taxas de ansiedade e depressão entre jovens de 14 a 24 anos aumentaram 70% nos últimos 25 anos. Ao todo, 1.479 participantes das pesquisas falaram sobre o nível de envolvimento com aplicativos como Youtube, Twitter, Instagram e Snapchat e como eles influenciavam em seus sentimentos.

O resultado indicou que o compartilhamento de fotos pelo Instagram impacta negativamente no sono, na autoimagem e aumenta o medo de jovens de ficar fora dos acontecimentos. Cerca de 70% dos jovens revelaram que o aplicativo fez com que eles se sentissem pior em relação à própria autoimagem e, quando a fatia analisada são as meninas, esse número sobe para 90%.

Além de se comparar com imagens de vidas perfeitas, as pessoas também se perdem na missão de criar uma vida perfeita nas redes sociais. Essa pressão aumenta a ansiedade, o sentimento de inadequação e não permite que as pessoas processem seus próprios sentimentos.