setembro amarelo

Setembro Amarelo: cuidado com a saúde mental

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O mês de Setembro é dedicado à conscientização sobre a saúde mental e à preveção ao suicídio. Acompanhe este artigo da Clínica Galdino Campos, para saber um pouco mais.

O que é o movimento Setembro Amarelo?

O Setembro Amarelo é uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio. No Brasil, foi criado em 2015 pelo CVV (Centro de Valorização da Vida), CFM (Conselho Federal de Medicina) e ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), com a proposta de associar à cor ao mês que marca o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio (10 de setembro).

A ideia é pintar, iluminar e estampar o amarelo nas mais diversas resoluções, garantindo mais visibilidade à causa. 

A importância da saúde mental para o bem-estar

A Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta que o conceito de saúde é bem mais abrangente que a simples ausência de doença: é um completo estado de bem-estar físico, mental e social e, dessa forma, merece atenção em todas as suas vertentes.

Assim como a física, a saúde mental é uma parte integrante e complementar à manutenção das funções orgânicas. Nesse contexto, a promoção da saúde mental é essencial para que o indivíduo tenha a capacidade necessária de executar suas habilidades pessoais e profissionais.

Sumariamente, o bom estado mental confere ao homem o amplo exercício de seus direitos sociais e de cidadania. Assegura ainda as condições de interação social para uma convivência familiar mais harmônica e segura.

Desse modo, entender a importância da estabilidade mental e sua intensa relação com o bem-estar é fundamental. Possibilita, assim, a compreensão da importância de utilizar a capacidade individual para a percepção de valores e virtudes inerentes à construção da coletividade.

Prevenção ao suicídio

As razões podem ser bem diferentes, porém muito mais gente do que se imagina já pensou em suicídio. Segundo estudo realizado pela Unicamp, 17% dos brasileiros, em algum momento, pensaram seriamente em dar um fim à própria vida e, desses, 4,8% chegaram a elaborar um plano para isso. Em muitos casos, é possível evitar que esses pensamentos suicidas se tornem realidade.

A primeira medida preventiva é a educação. Durante muito tempo, falar sobre suicídio foi um tabu, havia medo de se falar sobre o assunto. De uns tempos para cá, especialmente com o sucesso da campanha Setembro Amarelo, esta barreira foi derrubada e informações ligadas ao tema passaram a ser compartilhadas, possibilitando que as pessoas possam ter acesso a recursos de prevenção. Saber quais as principais causas e as formas de ajudar pode ser o primeiro passo para reduzir as taxas de suicídio no Brasil, onde atualmente 32 pessoas por dia tiram a própria vida. Surge então um outro desafio: falar com responsabilidade, de forma adequada e alinhada ao que recomendam as autoridades de saúde, para que o objetivo de prevenção seja realmente eficaz.

O papel das redes sociais na causa

As redes sociais podem trazer conexões com pessoas que estão longe, ser o ganha-pão de milhares de pessoas e trazer outras vantagens. No entanto, é preciso ficar atento aos malefícios que podem trazer à saúde mental.

O estudo feito pela instituição de saúde pública do Reino Unido, Royal Society for Public Health, em parceria com o Movimento de Saúde Jovem, revela que as taxas de ansiedade e depressão entre jovens de 14 a 24 anos aumentaram 70% nos últimos 25 anos. Ao todo, 1.479 participantes das pesquisas falaram sobre o nível de envolvimento com aplicativos como Youtube, Twitter, Instagram e Snapchat e como eles influenciavam em seus sentimentos.

O resultado indicou que o compartilhamento de fotos pelo Instagram impacta negativamente no sono, na autoimagem e aumenta o medo de jovens de ficar fora dos acontecimentos. Cerca de 70% dos jovens revelaram que o aplicativo fez com que eles se sentissem pior em relação à própria autoimagem e, quando a fatia analisada são as meninas, esse número sobe para 90%.

Além de se comparar com imagens de vidas perfeitas, as pessoas também se perdem na missão de criar uma vida perfeita nas redes sociais. Essa pressão aumenta a ansiedade, o sentimento de inadequação e não permite que as pessoas processem seus próprios sentimentos.

medicina do viajante

O que é a medicina do viajante?

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Planejar uma viagem vai muito além de comprar passagens aéreas, reservar hotéis e programar passeios. É preciso pensar na sua saúde e bem-estar, principal motivo que leva as pessoas a contratarem um seguro viagem.

No entanto, além de contar com esse item tão importante, que garante que o viajante tenha acesso a uma boa rede de médicos e hospitais, também há muitas coisas que se pode fazer para cuidar da própria saúde antes de embarcar para as férias ou intercâmbio.

A primeira delas é verificar se está tudo em dia, fazendo uma consulta de check-up e os exames necessários para viajar sem preocupações. A segunda é marcar uma consulta com um especialista em medicina de viagem.

Acompanhe este artigo da Clínica Galdino Campos, para saber um pouco mais sobre essa especialidade.

O que é medicina do viajante?

Esta é uma especialidade médica relativamente nova no Brasil, voltada especificamente para viajantes. O médico analisa o quadro clínico do paciente e faz recomendações de acordo com o destino da viagem, levando em conta o clima do local, se há focos de doenças contagiosas, qual é a culinária típica, como são as condições de saneamento e os principais costumes locais. Com isso, o paciente pode tomar as vacinas necessárias e receber dicas sobre cuidados com higiene ou remédios indicados para males comuns no local visitado.

Para quem este serviço é recomendado?

A medicina do viajante pode ser procurada por qualquer pessoa com uma viagem marcada, inclusive idosos, gestantes ou pessoas com doenças crônicas. No entanto, é um serviço indicado principalmente para quem pretende fazer viagens longas, como um intercâmbio, por exemplo, ou conhecer lugares exóticos como países asiáticos e africanos, que exigem certos cuidados.

Como ter acesso a uma consulta?

Não é qualquer médico que tem especialidade em medicina do viajante. Por isso, é preciso ir a lugares específicos que realizam atendimentos do tipo, como a Clínica Galdino Campos. 

O que é preciso para ser atendido?

Apenas seus documentos pessoais são necessários para qualquer consulta médica.

O que o paciente aprende em seu atendimento?

Além de receber orientações quanto às vacinas que deve tomar, os pacientes são informados sobre as condições do destino visitado e como manter a saúde em dia durante a viagem. Entre as dicas mais comuns, estão:

  • Manter-se sempre hidratado;
  • Lavar bem as mãos com água e sabão antes de se alimentar, após o uso do banheiro ou de visitas a locais com grande circulação de pessoas;
  • Ter álcool em gel na mochila;
  • Evitar beber água da torneira ou de fontes desconhecidas, priorizando a água mineral e bebidas industrializadas;
  • Certificar-se que os alimentos estejam bem cozidos, assados ou fritos, evitando comidas cruas;
  • Quando for experimentar alimentos exóticos ou temperos, que seu corpo não está acostumado, comer moderadamente;
  • Não ingerir alimentos de procedência duvidosa, incluindo aqueles vendidos por ambulantes ou frutas sem casca;
  • Não ficar muito tempo exposto ao sol e sempre utilizar protetor solar;
  • Em locais com muitos insetos, usar repelente e aplicá-lo conforme orientação do fabricante;
  • Passar o repelente somente após aplicar o protetor solar;
  • Evitar contato com mosquitos e animais sem dono;
  • Não entrar em lagos ou praias que tenham sinalização de perigo;
  • Levar medicamentos de uso contínuo e outros que você esteja acostumado a tomar, já que pode ser difícil consegui-los no destino;
  • Em caso de qualquer sintoma ou mal-estar, buscar atendimento médico o mais rápido possível.

Além desses cuidados, indicamos os principais remédios para serem levados na bagagem, como analgésicos e antitérmicos, e as situações em que devem ser utilizados.

Doenças que a medicina do viajante ajuda a prevenir

Há algumas doenças que se tornaram verdadeiras epidemias ao redor do mundo, e sobre as quais se tem pouca informação no Brasil, principalmente por não estarem presentes no país. É o caso de:

  • Malária, cujas principais ferramentas de prevenção são repelentes e medicamentos preventivos receitados por médicos;
  • Febre amarela, que pode ser prevenida com a vacina e evitando o contato com mosquitos. Alguns países podem exigir o certificado de vacinação para entrada dos turistas;
  • Febre tifóide, que exige cuidados com os alimentos e a água ingerida. Existe uma vacina que pode ser indicada;
  • Hepatite A, que pode ser prevenida com vacina, além de outros cuidados com alimentos e água;
  • Hepatite B, que também pode ser prevenida com vacina, além da prática de sexo seguro.
  • Covid-19, que pode ser prevenida com a vacina e evitando aglomerações, utilizando máscara e álcool em gel. 

Entre em contato com a Clínica Galdino Campos para tirar todas as suas dúvidas além de encontrar os melhores profissionais.

home care

Home Care: o que você precisa saber

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A expressão home care, em tradução livre do inglês, significa “cuidados em casa”. Neste tipo de tratamento, o paciente se submete à uma internação domiciliar como continuidade do tratamento hospitalar que passará a ser realizado em sua residência. 

Pretende-se com isso, estabilizar e, sempre que possível, curar o paciente da condição em que se encontra.

Acompanhe este artigo da Clínica Galdino Campos, para saber um pouco mais sobre esse serviço tão essencial.

Home Care no Brasil

Os serviços de home care no Brasil vem ganhando bastante expressividade. Dentre as razões para a expansão deste serviço, pode-se destacar: o envelhecimento da população brasileira, a humanização do tratamento, a assistência personalizada e individualizada, o maior envolvimento da família no tratamento para auxiliar na recuperação do paciente, além de maior conforto e tranquilidade para melhorar a resposta aos tratamentos propostos.

A Clínica Galdino Campos se mantém em dia com todas as regulações para dar aos seus pacientes o melhor atendimento.

Como escolher o melhor serviço de Home Care

Com tantas especificidades, é preciso ter cuidado ao escolher a empresa que vai prestar esse tipo de serviço para alguém da família.

É recomendável que se contrate uma instituição que possua uma extensa lista de profissionais multidisciplinares e fornecedores da área da saúde, além, claro, de possuir equipamentos modernos e confiáveis.

Outro ponto importante: é fundamental que a empresa use a tecnologia a serviço do tratamento para minimizar erros humanos e agilizar o atendimento aos que precisam de cuidados.

A Clínica Galdino Campos conta com os melhores profissionais do mercado para montar suas equipes, além de procurar sempre os fornecedores mais confiáveis para adquirir seus equipamentos.

Serviços prestados pela Clínica Galdino Campos

  • Atendimento emergencial domiciliar
  • Coleta laboratorial
  • Administração de medicamentos
  • Verificação e controle de sinais vitais
  • Orientação alimentar 
  • Hidratação Venosa
  • Acompanhamento ao idoso

Benefícios do Home Care

  • O paciente é tratado fora do hospital e em contato com a família, sendo mais confortável e menos estressante;
  • É benéfico aos planos de saúde, que terão menos custos;
  • Evita complicações clínicas e reinternações desnecessárias, liberando os leitos hospitalares para atendimento a casos graves;
  • Menos exposição a vírus e aglomerações;
  • O atendimento é personalizado e humanizado, o que garante mais qualidade de vida
  • Fornecimento de materiais, medicamentos e equipamentos pela equipe de Home Care, reduzindo os gastos da família;
  • Redução de 40% a 60% de custo.

 

Entre em contato com a Clínica Galdino Campos para tirar todas as suas dúvidas além de encontrar os melhores profissionais. 

Telefones: (21) 99605-3349 e (21) 99744-2880.

Cinco dicas que podem ajudar na prevenção do câncer

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O câncer está entre umas das doenças que mais avançam em número de casos no mundo, e isso está relacionado a diversos agentes, hereditários ou relativos aos hábitos de cada indivíduo. O que se conhece por câncer, na verdade, é um conjunto de doenças com uma característica comum entre elas: células defeituosas produzidas pelo próprio corpo que conseguem perseverar em órgãos saudáveis.

Para compreender como mudar os hábitos pode contribuir para a prevenção do câncer, antes é preciso entender como funcionam os processos que levam à doença. 

Uma vez que a primeira célula defeituosa surge, ela começa sua divisão copiando o seu código genético “corrompido”; esse crescimento desordenado começa a invadir tecidos e órgãos, prejudicando o seu funcionamento. Por padrão, essas células são descartadas pelo corpo assim que são geradas; quando esse sistema falha, elas se tornam cânceres.

Sabendo disso, podemos assumir alguns hábitos que permitem estimular o surgimento dessas células e outros, no entanto, que podem contribuir para que o sistema imunológico elimine essas células defeituosas naturalmente. Confira abaixo 5 dicas recomendadas pela medicina que podem ajudar a prevenir o câncer:

1- Não fumar

O tabagismo é um dos principais fatores modernos que estão associados aos casos de câncer, em especial os que atingem os sistema respiratório – estudos também apontam relação entre o consumo de cigarros e os cânceres no sistema digestivo. Eliminar o cigarro em todas as suas esferas de consumo, seja no uso pessoal, seja na convivência com fumantes, é um passo importante para prevenir o surgimento de alguns tipos de câncer.

2- Evite alimentos ultraprocessados

Se alimentar bem é um desafio na rotina das grandes cidades, o que acaba fazendo com que as pessoas optem por consumir os alimentos prontos, industrializados e ultraprocessados. Ocorre que muitas substâncias utilizadas na indústria alimentícia são potencialmente cancerígenos. Consumir alimentos in natura, feitos de forma doméstica, pode ser um passo importante na prevenção ao câncer. Além disso, uma alimentação caseira pode ser aliada na prevenção de outras doenças, como obesidade e fatores associados. 

3- Pratique atividades físicas

A prática de atividades físicas regulares está associada a diversos benefícios para o corpo, como o controle das atividades cardíacas, neurológicas, além de ser fundamental para combater a obesidade, fator de risco para câncer. A obesidade é um quadro que torna os indivíduos propensos aos processos inflamatórios, o que desregula o controle celular. Embora não seja determinante, a obesidade está, de acordo com a OMS, relacionada a casos de câncer de mama, de endométrio, de rim, de fígado, de próstata, de bexiga, de esôfago e de câncer colorretal.

4-Evite a exposição excessiva ao sol

O sol faz parte da rotina dos brasileiros, já que vivemos em um país tropical, com dias longos de sol. Embora seja saudável tomar um pouco de sol logo pela manhã – e esse seja um hábito que pode melhorar o funcionamento do organismo como um todo -, a exposição prolongada sem proteção ao sol pode promover ações que desencadeiam o câncer de pele, comum em países da zona tropical. Por isso, evitar o sol entre 10h e 16h, além de usar o protetor solar mesmo em dias nublados, são hábitos fundamentais na prevenção do câncer.

5- Exames periódicos

Este é talvez o hábito mais importante, porque permite a detecção precoce da presença de tumores. Há uma faixa etária de risco que deve realizar acompanhamento médico anualmente, mas é fundamental que pessoas de todas as idades façam exames preventivos com frequência (os famosos check-ups). Em mulheres, os exames mais recomendados são o de mamas e o preventivo – também conhecido por papanicolau. Em homens, o exame de toque para a avaliar a próstata é indispensável no diagnóstico precoce do câncer.

 

 

Fontes: INCA (Instituto Nacional do Câncer), Ministério da Saúde e OMS (Organização Mundial da Saúde)

5 dicas para prevenir o novo coronavírus

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Com a nova pandemia anunciada pela Organização Mundial da Saúde e com o aumento expressivo do número de casos confirmados no Brasil, a informação pode ser a sua maior aliada na prevenção da covid-19, doença causada pelo novo coronavírus originário da Ásia e que já se espalhou por todos os continentes.

Confira abaixo 5 perguntas e respostas que vão te ajudar a prevenir a contaminação e evitar o colapso do sistema hospitalar.

 

1- O coronavírus é realmente perigoso?

O novo coronavírus é o causador da doença COVID-19, que em geral não evolui com complicações na maior parte das pessoas, mas pode ser fatal em pessoas do grupo de risco. Como é uma doença nova, ainda não há remédios capazes de tratá-la de forma eficaz, sendo necessário o controle dos sintomas até que o corpo responda espontaneamente; como idosos e imunodeprimidos têm dificuldades para combater doenças infecciosas, é fundamental prevenir a contaminação dessas indivíduos.

 

2- Como ele age no organismo?

Essa “classe” de vírus penetram no corpo pelas vias aéreas e olhos, se alojando especialmente nos pulmões, onde causa forte processo inflamatório.

 

3- Como ocorre a transmissão?

A transmissão do novo coronavírus ocorre de forma bastante facilitada, o que explica a forte expansão do vírus em todo o mundo. A transmissão pode ocorrer quando um paciente contaminado tosse ou espirra, por exemplo, liberando partículas de saliva contaminada no ar. O vírus é extremamente resistente e pode permanecer por várias horas em suspensão, contaminando objetos e ambientes.É importante lembrar que o vírus possui um período em que não apresenta sintomas, sendo mais facilmente transmitido nesta fase, por isso é fundamental que todos adotem as medidas de prevenção.

 

4- Como prevenir o novo coronavírus?

A prevenção exige disciplina e dedicação, mas são fáceis de inserir na rotina. É fundamental manter as mãos sempre higienizadas, lavando-as com sabão por aproximadamente 20 segundos sempre que possível; quando não for possível lavar as mãos com água corrente e sabão, o uso de álcool gel 70% pode ser uma alternativa. Evitar ambientes fechados e aglomerações também é importante, mantendo sempre distância mínima de 1,5m de outro indivíduo. Por último, mantenha o seu celular higienizado conforme orientação da fabricante e não toque olhos, boca ou nariz com as mãos ou objetos.O uso de máscaras deve ser feito somente por pessoas que apresentam sintomas e profissionais da saúde, para evitar a transmissão.

 

5- Quais são os sintomas que acendem o sinal de alerta?

Os sintomas são bem próximos aos da gripe comum, Febre, fadiga, tosse seca, dificuldade para respirar, coriza, diarreia e dor no corpo são sinais de alerta para procurar assistência médica. Prefira contato por telefone com o seu médico e fique em casa; se não for possível receber o atendimento domiciliar, vá de máscara até uma unidade de saúde para o acompanhamento.

 

Mais dúvidas sobre o novo coronavírus? Entre em contato conosco pelos canais eletrônicos.

 

Tudo o que você precisa saber sobre infecções urinárias

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Rins, ureteres e bexiga; qualquer parte do sistema urinário está suscetível a infecções, levando à dificuldade para urinar.

As infecções urinárias são mais comuns em mulheres e precisam ser sempre acompanhadas de perto por um especialista, já que representam risco de complicações devido a região em que se encontram.

 

Confira as principais perguntas e respostas sobre a doença:

 

1- O que é infecção urinária?

A infecção urinária é uma doença que atinge o sistema urinário, composto por rins, ureteres, bexiga e uretra. Uma vez infectados, um ou mais órgãos desse sistema começam a responder com processo inflamatório, causando dor, ardência e possível sangramento no trato urinário.

 

2- O que causa?

A infecção urinária geralmente é causada pela presença de populações de bactérias – que podem ser provenientes do trato gastrointestinal, por exemplo. Uma vez alojadas no sistema urinário, se o sistema imunológico falhar, elas se multiplicam causando danos aos tecidos e gerando o processo inflamatório. 

 

3- Quais são os principais sintomas?

Os principais sintomas de infecção urinária são ardência forte ao urinar e vontade frequente de ir ao banheiro, urina escura, com presença de sangue e com cheiro forte, dor pélvica, dor no reto e, em casos mais graves, incontinência. A presença desses sintomas exige acompanhamento médico imediato.

 

4- Como é o tratamento?

O diagnóstico da infecção urinária pode ser feito por médico urologista, ginecologista ou clínico geral. Uma vez identificada a doença, o médico pode indicar o tratamento adequado para cada paciente, considerando o grau da infecção e o histórico de tolerância do paciente a antibióticos. É importante evitar fórmulas caseiras, já que podem agredir o sistema urinário, piorando o quadro.

 

5- Como prevenir as infecções urinárias?

Nenhuma dessas práticas é capaz de impedir o surgimento de infecções urinárias, mas podem reduzir drasticamente as chances de desenvolvê-las. Beber muita água, manter a região genital limpa após urinar, sempre urinar após as relações sexuais – realizando higiene com água -, prefira absorventes externos, evite o uso de produtos perfumados na região genital e prefira sempre calcinhas e cuecas de algodão, tecido biocompatível, além de evitar o uso de calças muito apertadas.

 

Acidentes com água-viva: o que fazer?

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Verão é sinônimo de praia para a maioria dos cariocas e turistas que desembarcam na Cidade Maravilhosa. Apesar de ser um ambiente convidativo, o mar também pode oferecer riscos, como acidentes com águas-vivas. Após o contato com o animal é comum que o paciente sofra de dor intensa, sensação de queimadura e vermelhidão no local; nesses casos, alguns passos podem determinar o grau de envenenamento e a recuperação do paciente. Confira abaixo algumas respostas às principais dúvidas sobre acidentes com águas-vivas.

 

1- O que são as águas-vivas?

Águas-vivas – ou seu conjunto, as caravelas – são animais marinhos muito comuns, possuindo milhares de espécies. Recebem esse nome pois são normalmente transparentes, como a água, sendo difícil identificá-las em seu habitat. Por esse mesmo motivo os acidentes são recorrentes, já que dificilmente alguém identificará a presença do animal.

 

2- Por que são perigosas?

As águas-vivas são animais que apresentam tentáculos cobertos com uma substância urticante capaz de causar danos ao tecido de quem entra em contato com eles. Quando o tentáculo penetra a pele humana, um gatilho é acionado liberando a toxina e causando o envenenamento.

 

3- Quais são os sintomas do envenenamento?

De forma geral a maior parte das pessoas vai apresentar tolerância razoável ao veneno das águas-vivas, mas isso vai variar de acordo com o tamanho da vítima e da quantidade de veneno injetado pela água-viva.  Os sintomas variam entre dor, irritações na pele, febre e cãibras nos músculos.

 

4- É preciso procurar assistência médica?

Quando esses sintomas evoluem, é fundamental procurar auxílio médico. Só com a ajuda de um profissional será possível diagnosticar o grau de envenenamento e impedir que isso evolua para um choque, além de tratar adequadamente os sintomas e os danos na pele do paciente.

 

5- O que não se deve fazer?

Algumas crendices populares podem, na verdade, piorar o estado das lesões causadas pelo acidente. Jamais se deve urinar sobre o local das lesões ou aplicar água doce sobre o local, já que ela potencializa a liberação do veneno. A ajuda médica é sempre bem-vinda para evitar a piora geral do quadro.

Doença de Lyme

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Embora seja uma doença comum em áreas rurais norte-americanas, há muitos casos relatados da Doença de Lyme – ou Borreliose – no Brasil. Ainda que ambas sejam transmitidas pela picada de carrapatos, a bactéria causadora da infecção sofreu mutações para se adaptar ao carrapato estrela, comum em animais rurais em nosso país. Nesta semana, trouxemos respostas para as principais dúvidas sobre a doença que atraiu as atenções do mundo depois de ter contaminado o cantor Justin Bieber. Confira:

1- O que é a Doença de Lyme?

A doença, chamada assim por ter seus primeiros casos registrados na cidade de Lyme, nos EUA, é uma infecção causada por uma bactéria. Por muito tempo a doença foi confundida com artrite, porque os sintomas principais incluem inchaço e dores articulares. Em 1977 a doença foi descoberta após um surto que afetou especialmente os adolescentes, chamando a atenção das autoridades médicas.

2- O que causa Lyme?

A causa da doença é uma bactéria chamada Borrelia burgdorferi, transmitida para o ser humano pela picada do carrapato contaminado – no Brasil, comumente transmitida pelo carrapato-estrela. A doença só é transmitida após, no mínimo, 36 horas de presença do carrapato no hospedeiro, por isso é fundamental detectar a presença do parasita o quanto antes. Uma vez na corrente sanguínea, a bactéria se espalha pelo corpo causando a infecção.

3- Fatores de risco

Estão mais propensos a contaminação pessoas que convivem com animais, em especial em áreas rurais, onde a incidência de carrapatos potencialmente contaminados é maior. Contudo, a doença de Lyme é mais recorrente nos Estados Unidos e na Europa ocidental; quer dizer que se você pretende viajar para esses lugares, em especial durante o verão, é preciso redobrar a atenção. Caso encontre um parasita, é importante procurar ajuda do serviço de saúde para removê-lo com segurança.

4- Sintomas

Estão entre os sintomas da Doença de Lyme as dores articulares agudas, que desaparecem subitamente, sintomas gripais – incluindo febre – e uma marca vermelha característica em formato de alvo. A doença pode evoluir para quadros de arritmia e meningite, em casos mais graves.

5- Tratamento

O tratamento é feito com o uso de antibióticos específicos e medicamentos de combate aos sintomas, sendo fundamental iniciá-lo o mais cedo possível. Como alguns pacientes apresentam sintomas após a cura, pode ser necessário realizar tratamento progressivo de controle de sintomas que permanecerem após o antibiótico.

 

Covid-19: tudo que você ainda precisa saber

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Em 2019 a pandemia do novo coronavírus, causador da covid-19, estampou as capas de jornais em todo o mundo. O coronavírus, um tipo de germe já conhecido pela medicina, surgiu com uma mutação que o tornou mais contagioso e mais severo.Com a pandemia de covid-19 próxima de sua terceira onda no Brasil, é importante evitar as fake news e, pensando nisso, decidimos criar esse artigo com as principais perguntas e respostas sobre o vírus, sua transmissão e prevenção. Confira abaixo algumas orientações:

O que é o coronavírus (Sars-CoV2)?

Trata-se de uma nova variante do coronavírus, denominada Sars-CoV2, até então não identificada em humanos. Até o aparecimento do Sars-CoV2, existiam apenas seis cepas conhecidas capazes de infectar humanos, incluindo o SARS-CoV e MERS-CoV, que já foram responsáveis por epidemias anteriormente.

Qual a origem do surto?

A origem do surto, segundo a OMS, foi provavelmente a cidade de Wuhan, na China. Acredita-se que a fonte primária do vírus seja em um mercado de frutos do mar e animais vivos na cidade e, após vasta análise do material genético do coronavírus, foi descartada a possibilidade de que o germe tenha sido modificado em laboratório.

Há transmissão sustentada do novo coronavírus?

Sim, o coronavírus possui transmissão sustentada em todos os continentes, sendo facilmente transmitido entre humanos por aerossóis, ou seja, gotículas de muco ou saliva que se dissipam no ar enquanto falamos, respiramos, rimos, espirramos, tossimos etc. 

Como ocorre o contágio e qual é a gravidade do novo coronavírus?

O Sars-CoV-2 é um vírus de transmissão preferencialmente aérea, altamente contagioso, podendo também ser transmitido (embora em menor frequência) por superfícies contaminadas. A doença causada pela contaminação, chamada de covid-19, é especialmente perigosa para pessoas do grupo de risco (idosos, diabéticos, doentes cardíacos ou pulmonares, gestantes e puérperas); a doença é sistêmica e, embora tenha preferência por atacar os pulmões, pode acometer diversos órgãos simultaneamente, podendo levar à morte em poucos dias com a queda de oxigenação e queda da atividade de diversos órgãos.

Existe tratamento para covid-19?

O tratamento reconhecidamente eficaz para covid-19 envolve suavizar sintomas, como febre, dores e conter a baixa saturação de oxigênio. Em casos graves, pode ser necessário utilizar respiração mecânica (entubação) e hemodiálise, além de oxigenação por membrana extracorpórea em casos onde o pulmão não é mais capaz de oxigenar o sangue.

Ainda não há remédios comprovados capazes de evitar ou de eliminar a doença.

Existe vacina para a covid-19?

Sim, há vacina e até o momento é a única forma de evitar casos graves da doença. No Brasil a vacina é aplicada pelo Sistema Único de Saúde, com comercialização proibida e possui estratégias diferentes entre os diversos fabricantes, variando a quantidade de doses e o tempo entre doses para a completa imunização.

 

Saúde Ocular na Infância

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Mamães e papais, apertem os cintos! Vocês estão prestes a entrar a viagem mais impressionante da vida de vocês. Nada daqui para frente será igual ao que vocês já experimentaram; a vida que está por vir transformará seus dias, mudará suas rotinas e te farão uma pessoa melhor, mais comedida, madura e amorosa. Sim, seu bebê será capaz de mostrar a vocês o que é amor verdadeiro.

Abaixo respondo algumas perguntas e dúvidas que recebo na minha rotina de trabalho. Espero poder ajudar e, caso tenham dúvidas, deixem sua pergunta que tentarei ajudar da melhor forma possível.

1- Por que é tão importante cuidar dos olhos já na primeira infância?

Nossos bebês vêm ao mundo de uma forma ainda imatura, vários órgãos precisam “amadurecer” nos primeiros anos de vida, e o olho é um deles. Nossa retina está recebendo luz pela primeira vez em 9 meses. Vivíamos em um mundo escuro, silencioso e quente e agora estamos do lado de fora, convivendo com barulho, frio e luz, muita luz!

Nesse momento, a retina começa a trabalhar, começa a receber o estímulo necessário para que ela transmita ao cérebro a imagem e que ele comece a entender e associar cada pontinho de informação que recebe.

Os três primeiros anos da vida do bebê significam muito para o amadurecimento da retina; o bebê precisa ter os olhos funcionando muito bem, levando a luz para a retina e formando a imagem com a melhor qualidade possível, somente assim, olho, retina e cérebro entenderão o que recebem e começarão a traduzir isso em uma linda imagem.

Não se preocupem se nos primeiros dias de vida o teu bebê não focaliza nada e na maior parte do tempo tem um olhar “perdido”. Nesse momento ele não é capaz de ver nada, acompanhar nada e nem interagir corretamente, tudo é novidade, ele ainda precisará aprender.

A importância dos exames já no berçário, como o teste do olhinho, aos 6 meses no consultório oftalmológico, é exatamente pelo fato de que, neste momento, precisamos ter certeza de que tudo esteja funcionando perfeitamente para que o desenvolvimento ocorra em sua plenitude.

2- Qual é a importância do Teste do Olhinho?

Vejam como a SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) e o CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia) se posicionam sobre o Teste do Olhinho: “É um exame simples, rápido e indolor, que consiste na identificação de um reflexo vermelho, que aparece quando um feixe de luz ilumina o olho do bebê. O fenômeno é semelhante ao observado nas fotografias.” (…) O “Teste do Olhinho” pode detectar qualquer alteração que cause obstrução no eixo visual, como catarata, glaucoma congênito e outros problemas – cuja identificação precoce pode possibilitar o tratamento no tempo certo e o desenvolvimento normal da visão.”

3- Quais são os principais problemas oculares em crianças?

O Estrabismo, a Ambliopia (vista cansada), o Glaucoma congênito, a Miopia, a Hipermetropia, o Astigmatismo, a Catarata congênita e o Retinoblastoma são alguns dos “problemas” que podem ser diagnosticados em uma consulta com o oftalmologista, já no início da vida do bebê; se corrigidos, possibilitarão um desenvolvimento adequado para a visão do bebê.

4- É mais fácil tratar doenças oftalmológicas em crianças?

A questão não é a facilidade. Ocorre que existem alterações oftalmológicas que precisam ser corrigidas dentro da janela de desenvolvimento do olho da criança, ou seja, até aproximadamente 5 anos. Após esse período é muito difícil que tenhamos alguma resposta satisfatória.

5- Quais sinais são indicativos de doenças oftalmológicas? Alguma sugestão para mães e pais?

Há uma tabela usada para identificar o desenvolvimento da visão na infância. Confira abaixo: