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Acidentes com água-viva: o que fazer?

By fevereiro 17, 2020 No Comments

Verão é sinônimo de praia para a maioria dos cariocas e turistas que desembarcam na Cidade Maravilhosa. Apesar de ser um ambiente convidativo, o mar também pode oferecer riscos, como acidentes com águas-vivas. Após o contato com o animal é comum que o paciente sofra de dor intensa, sensação de queimadura e vermelhidão no local; nesses casos, alguns passos podem determinar o grau de envenenamento e a recuperação do paciente. Confira abaixo algumas respostas às principais dúvidas sobre acidentes com águas-vivas.

 

1- O que são as águas-vivas?

Águas-vivas – ou seu conjunto, as caravelas – são animais marinhos muito comuns, possuindo milhares de espécies. Recebem esse nome pois são normalmente transparentes, como a água, sendo difícil identificá-las em seu habitat. Por esse mesmo motivo os acidentes são recorrentes, já que dificilmente alguém identificará a presença do animal.

 

2- Por que são perigosas?

As águas-vivas são animais que apresentam tentáculos cobertos com uma substância urticante capaz de causar danos ao tecido de quem entra em contato com eles. Quando o tentáculo penetra a pele humana, um gatilho é acionado liberando a toxina e causando o envenenamento.

 

3- Quais são os sintomas do envenenamento?

De forma geral a maior parte das pessoas vai apresentar tolerância razoável ao veneno das águas-vivas, mas isso vai variar de acordo com o tamanho da vítima e da quantidade de veneno injetado pela água-viva.  Os sintomas variam entre dor, irritações na pele, febre e cãibras nos músculos.

 

4- É preciso procurar assistência médica?

Quando esses sintomas evoluem, é fundamental procurar auxílio médico. Só com a ajuda de um profissional será possível diagnosticar o grau de envenenamento e impedir que isso evolua para um choque, além de tratar adequadamente os sintomas e os danos na pele do paciente.

 

5- O que não se deve fazer?

Algumas crendices populares podem, na verdade, piorar o estado das lesões causadas pelo acidente. Jamais se deve urinar sobre o local das lesões ou aplicar água doce sobre o local, já que ela potencializa a liberação do veneno. A ajuda médica é sempre bem-vinda para evitar a piora geral do quadro.